Enquanto o verão não chega…

3/03/2010 por Ana Elisa von Ah Morano


O frio por aqui continua forte. Este ano a minha região teve recorde de neve em razão do fenômeno climático “El nino”. Eu adorei. Ver a neve caindo é realmente mágico. E como a gente não tem isso no Brasil, quanto mais vezes eu ter a chance de assistir a este “espetáculo” aqui, melhor.

Toda semana a previsão do tempo anunciava mais uma tempestade de neve. E o mais legal é que tempestade de neve é algo extremamente pacífico, não tem trovões, por exemplo… são só o flocos de neve caindo do céu…lindo!!!

Mas apesar de eu amar a neve e o esqui já ser o meu esporte favorito, não é nada fácil encarar o inverno por tanto tempo, principalmente com as crianças. A primeira neve é festa para eles. No entanto, agora eles contam os dias para o verão, quando vão poder sair sem casacos, brincar a vontade no quintal, no parquinho, curtir a praia, piscina, fazer pic-nic…

E como a neve foi muita, tiveram muitos dias que a escola não abriu, nem a ginástica, nem a biblioteca e então o jeito foi abusar da criatividade para tornar os dias de inverno dentro de casa também divertidos.

Aí vale tudo. Brincadeira de roda, casinha, escolinha, livrinhos de história, ginástica, filme e pipoca, tinta, canetinha e giz de cera para desenhar e pintar… Se a gente dá mole eles querem fazer do sofá pula-pula, da escada escorregador, da mesa trampolim… O jeito é mantê-los o tempo todo ocupado enquanto o verão não chega!

P.S – Entre uma tempestade de neve e outra eis que eu consegui finalmente realizar meu sonho de patinar no Rockfeller Center. O dia estava lindo e aproveitei também para subir no topo do prédio e ver Nova York do alto. A vista é sensacional e a gente vê a Big Apple em ângulos diferentes: Central Park, Estátua da Liberdade e Empire State.

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Let´s go esqui

21/01/2010 por Ana Elisa von Ah Morano


Temperatura abaixo de zero, neve e um desafio: aprender a esquiar. E assim foi meu último dia de 2009…

Logo cedo, começaram os preparativos: café da manhã reforçado (que aqui nos EUA significa omelete, bacon, panquecas…), roupas especiais para neve (que aquecem o corpo e são a prova de água), luvas, gorro, botas, par de esquis, capacete, óculos… É coisa que não acaba mais.

Quando por fim chegamos à estação de esqui, as crianças já estavam exaustas e mesmo antes de começar a aula, precisaram de um intervalo. Também, o desafio é ainda maior quando se tem apenas quatro anos.

Energias recuperadas era hora de receber as instruções e então, descer a primeira montanha: o tapete mágico (espaço exclusivo para iniciantes). Nada muito difícil. Tínhamos que nos concentrar em executar basicamente dois movimentos: “french fries” (os esquis devem estar paralelos) para acelerar e “pizza” (os esquis devem formar um triângulo à frente do nosso corpo) para frear. Muito didática as instruções, especialmente para as crianças que eram muitas por lá.

Movimentos bem executados, curvas bem feitas e uma nova montanha para encarar: Açúcar, o espaço para intermediários. Uma descida mais radical que o tapete mágico e menos perigoso que o topo. Na primeira descida, sucesso absoluto. Na segunda vez, escorreguei em uma curva e cai. Nada muito grave, até ter que levantar, aí sim é um desafio. Equilibrar os esquis na neve e no meio da descida sem ter onde se apoiar…quando lembro hoje em dia, dou risada sozinha.

Já estava mais que satisfeita, afinal na minha estréia no esqui já tinha ido bem na montanha intermediária. Mas ainda o desafio não estava completo e antes de deixarmos a estação de esqui fui surpreendida pelo convite dos meus hosts families para ir ao topo e encarar a montanha mais radical. Eles estavam orgulhosos do meu desempenho esquiando e tinham certeza que eu iria me dar bem lá em cima. Medo, ansiedade e excitação. Criei coragem e fui.

Gente, é muito alto. A vista, maravilhosa. Ficaria lá em cima horas só observando. Mas o objetivo era descer. Então, lá fui eu. No começo, apesar de assustar um pouco com a altura, não tive problemas. Mas lá no topo tem mais gelo que neve o que dificulta os movimentos nas curvas. Durante o percurso, derrapei umas vezes, me joguei no chão outra porque não conseguia frear e ainda fui atropelada por uma menina com snowboard (a prancha dela entrou embaixo dos meus esquis e lá foi todo mundo para o chão). Tudo muito divertido.

Amei ter aproveitado o meu último dia do ano fazendo algo totalmente novo até então. Sem dúvida, esquiar para mim é o melhor do inverno por aqui.

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Então, é natal!

29/12/2009 por Ana Elisa von Ah Morano


Sete horas da manhã do dia 25:

Knock, Knock (na porta do meu quarto)…Ana, Ana!

E quando eu abro a porta, vejo minhas crianças saltitantes, com os olhinhos brilhando dizendo: “Santa came, Santa came!”

Era hora de sentar em volta da árvore de natal e abrir os presentes que o Papai Noel trouxe na noite de natal.

A minha comemoração de natal por aqui foi muito especial.

Como sempre fiz na minha vida toda, fui à missa no dia 24 e depois fomos jantar na casa dos avôs das crianças. Mas aqui o jantar termina cedo, nove horas já estávamos de volta em casa. Era hora das crianças irem para a cama para o “Papai Noel” poder vir e deixar os presentes…

Na manhã do dia 25, os familiares dos meus hosts vieram tomar o café da manhã aqui, alguns ficaram para o almoço (aqui o almoço não é a refeição mais importante como no Brasil. É no jantar que a família se reúne em volta da mesa para fazer a refeição que começa por volta das 17 horas). E a noite, outra parte da família veio para o jantar.

Ou seja, o dia inteiro a casa ficou movimentada, as crianças se divertindo com os seus novos brinquedos, os adultos aproveitando o tempo para colocar a conversa em dia.

O que realmente foi diferente no meu natal de 2009 foi a paisagem. Em vez de sol, praia e piscina, tive neve e snowmen assim como nos filmes de natal que a gente sempre assiste aí no Brasil.

E para a virada do ano está previsto mais neve. Vou com a minha host family para a montanha onde terei minha primeira aula de esqui.

No ano que vem conto como foi…Feliz 2010!!!

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Natal em Nova York

17/12/2009 por Ana Elisa von Ah Morano


Ir para Nova York sempre será especial, mas ir em dezembro, na época do natal, é ainda mais. E está aí uma coisa que não abria mão de fazer neste meu tempo de intercâmbio e fiz, ainda que sob muita chuva e frio…

Pois é, depois de quase um mês planejando em que final de semana iria para Manhattan, ver a Big Apple “vestida” para o natal quase não acreditei quando acordei e vi pela janela o céu completamente cinzento, pronto para derramar água. Mas não seria a chuva que atrapalharia o meu grande momento.

Vesti casaco e botas a prova de água e fui.

Planejei um roteiro descompromissado, ou seja, queria andar pelas ruas e sentir o clima. Ainda tem muita coisa que quero fazer por lá, mas algumas, como o Central Park e o passeio pela ponte do Brooklin pedem dia de sol. Então, meu objetivo era chegar ao Rockfeller Center após as 16 horas (quando já é noite aqui), para admirar a magia da mais famosa árvore de natal do mundo.

Comecei o trajeto pela Times Square, ensaiei assistir algum espetáculo na Broadway (ingressos para o dia são vendidos com 50% de desconto, mas para isso você precisa ficar na fila e como estava chovendo, não era a melhor opção, então, ficou para uma próxima).

Caminhei por toda a quinta avenida (onde tirei foto com uma réplica da estátua da liberdade, muito engraçado… ). E alguns vários quarteirões depois, avistei as luzes natalinas que enfeitam o Rockfeller Center. Coração acelerado, era enfim hora para o tão aguardado momento: a árvore.

Imponente, magnífica, brilhante… eis que eu estava diante da maior árvore de natal do mundo, que acompanhada por outros ornamentos natalinos faz o natal em Nova York parecer (ser) mágico. (Veja o vídeo)

Era hora de voltar para casa e sem ter patinado no ice rink do Rockfeller Center (a água estava na canela, impossível…mas tenho até março para voltar lá e patinar). Mas como andar pelas ruas da cidade sempre traz surpresas agradáveis, sem querer, encontro a cafeteria Magnolia Bakery (onde tem os mais famosos cupcakes dos EUA, que inclusive aparece no filme Sex and the City). Um lugar aconchegante, com cheirinho de bolo saindo do forno…nada melhor para encerrar um domingo de chuva e frio em Nova York: brownie e chocolate quente.

P.S – Obrigada pelos comentários. Leio todos, sempre e adoro!

Será um prazer responder as dúvidas de cada um, por isso, peço que, por favor, as envie para o meu e-mail: anaelisavhm@yahoo.com.br

http://www.youtube.com/v/rBy6HGTubXc&hl=pt_BR&fs=1&

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E foi oficialmente inaugurada a temporada de casacos, luvas e cachecóis…

7/12/2009 por Ana Elisa von Ah Morano


Amo ser brasileira, ter nascido em um país tropical… Mas impossível não se encantar com as diferenças das estações aqui nos Estados Unidos.

Quando cheguei era fim de verão e como no Brasil era fim de inverno, as temperaturas estavam bem semelhantes. Ou seja, em torno dos 18ºC, 20ºC…para os americanos: ainda quente…para mim: um pouco frio. (É engraçado como eles não têm frio, não teve um dia que eu não usasse blusa de manga comprida ou um moletom. Quando ia colocar blusa na crianças até elas já brincavam com o fato de eu sempre estar com frio: Ana is cold, not us! )

Mas agora não dá mais para brincar. Está frio e frio de verdade. E como por aqui frio é sinônimo de neve: sábado nevou!

Foi a primeira vez que vi neve em toda minha vida. Fiquei sentada na janela olhando os flocos caírem do céu, sem pensar em nada, só admirando… e vendo a grama, os telhados, os carros, a capa da piscina…tudo ser coberto de branco.

Apesar do frio literalmente congelante, não resisti em só olhar e então, vesti meu casaco e saí no jardim para sentir a neve. A emoção foi maior que o frio que nos minutos que fiquei do lado de fora, passou até despercebido do meu corpo.

Mas como foi a primeira vez que nevou este inverno, ainda nevou pouco e na manhã de domingo não tinha gelo suficiente para fazer um boneco de neve.

Quando a minha menina acordou e viu na janela o escorregador coberto de gelo ela me pediu: Vamos fazer um snowmen?

Eu disse que não tinha neve suficiente, então ela propôs que fizéssemos um boneco bem magrinho… Criança sempre acha uma solução para fazer o que quer, mas neste caso não tinha mesmo jeito a não ser esperar pela próxima neve que virá em breve.

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Pé na estrada

30/11/2009 por Ana Elisa von Ah Morano


Final de semana off tem um só significado: pé na estrada.

Como já adiantei no post anterior, o destino deste mês foi Washington D.C. A escolha não poderia ter sido mais acertada. A cidade é encantadora e o tempo estava a nosso favor…céu azul todos os dias.

Eu e mais três amigas fomos de carro até lá. E como algumas coisas são como são em qualquer lugar do mundo onde você estiver: eu fui a motorista (sempre fui a motorista da turma no Brasil…na época de estágio e faculdade meu carro até ganhou apelido de “caravana”). Como o objetivo era aproveitar intensamente o dia lá, saímos às 5 horas da manhã e quase quatro horas depois e 350 quilômetros ou 189 milhas ( em milhas tudo parece ser mais perto), chegamos à capital do país.

Nosso primeiro destino foi o hotel onde ficaríamos hospedadas. Precisávamos estacionar o carro lá para começar a desbravar a cidade… a pé. Uma dica importante para quem planeja ir a Washington: escolha um hotel perto do National Mall (onde estão as principais atrações) e então, comece a caminhar. Você vai se encantar com a arquitetura da cidade, tudo é muito limpo, arborizado e com detalhes que surpreendem. Aliás, como disse uma das minhas amigas em momento de puro êxtase com a cidade: “Olha só o lixo que coisa mais linda”… em referência aos cestos de lixo espalhados pelas esquinas de D.C.

Sábado foi o dia de conhecer alguns dos principais ícones da cidade: Capitólio, Casa Branca, Museu de História Natural, Espacial … (os museus em Washington são todos uns ao lado do outro e é onde se passa o filme uma Noite no Museu). E a noite ainda sobrou energia para a balada.

Para o domingo reservamos tempo para o Lincoln Memorial e Georgetown, a “parte antiga” da cidade com lojas das principais marcas, restaurantes bacanas e onde fica o Harbor Washington um deck onde você tem vista de três partes da cidade. Lindo!

Encantada com a cidade era hora de voltar para casa, mas não sem uma surpresa no caminho.

Sabe cena de filme americano que você vê as pessoas abastecendo seu próprio carro?

Pois é, para mim, apesar de morar nos EUA, continuava sendo só cena de filme…até sair do meu estado de carro (em New Jersey tem frentistas nos postos de combustível como no Brasil). Quando parei para abastecer o carro na volta de Washington, esperei o frentista aparecer e alguns segundos depois percebi que deveria descer do carro e então abastecê-lo por mim mesma. Sorte que tinha alguém na bomba ao lado no mesmo tempo que eu e pude pedir explicações de como deveria proceder… e alguns minutos depois e tanque cheio, a sensação era de aventura completa.

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Chegadas e partidas

19/11/2009 por Ana Elisa von Ah Morano


Estar longe do meu país, da minha família, dos meus amigos, foi uma oportunidade para que eu redescobrisse o significado da palavra amizade.

Sorte minha: quando ainda estava no Brasil minha host family me passou os contatos de outra au pair de uma família amiga deles que morava perto da “minha casa” aqui nos EUA. Então, quando cheguei aqui já tinha uma amiga e rapidinho já conheci mais um monte de gente.

Depois da sua host family, é claro, é com seus amigos que você vai passar a maior parte do seu tempo aqui, por isso cultive cada amizade, pois aqui os amigos são como uma família. São eles quem vão te ouvir quando você precisar compartilhar alguma coisa, se já está mais tempo aqui do que você vai te dar dicas de lugares bacanas para estudar, comer, fazer compras, se divertir…

Eu, por exemplo, tenho uma convivência muito intensa com as minhas amigas au pair aqui. Todos os dias nos encontramos na casa de uma para ir estudar. Fazemos rodízio de carro, cada dia é o dia de uma dirigir. Vantagem? Companhia no caminho (é o momento do dia para colocar o papo em dia, dar risada, desabafar) e economia de combustível. Depois da aula, sempre vamos jantar em algum lugar (não raro, dividimos o prato, aqui as porções são bem servidas, e de novo, é uma boa saída para economizar grana). Tá certo que escolher um lugar que agrade a todas não é missão fácil, mas sempre chegamos a um acordo. Durante as horas de trabalho, gostamos de combinar playdate. Ou seja, vamos cada uma com suas crianças, no playground, na biblioteca, ou na casa uma das outras. É diversão garantida, para as crianças e para nós. E claro, também vamos juntas para a balada, academia, fazer compras (é ótimo fazer compras em grupo, em muitas lojas dos EUA há desconto para quando você compra mais de um do mesmo produto…Victoria’s Secrets, por exemplo, são 7 por $ 30, se você compra apenas um são $12), viagens… Este final de semana, o destino será a capital do país: Washington DC . Na semana que vem conto o que rolou para vocês!

Tá certo que são amigos que acabei de conhecer, mas como aqui tudo é mais intenso a gente se apega fácil as pessoas, mesmo que antes nunca as tenha visto na vida. Esta semana senti isso muito forte. Uma outra au pair da minha cidade aqui, completou o tempo do intercâmbio e voltou para casa. Ela foi uma grande amiga nesses dois meses e não tenho dúvida que vai fazer falta.

Mas temos que nos acostumar com isso, afinal, assim como eu estarei aqui por um ano, muitos dos meus amigos também e sempre será assim: gente chegando e gente partindo…

Sea World

13/11/2009 por Ana Elisa von Ah Morano


Amo praia e tudo que tem a ver com o mar. Meus animais preferidos sem dúvida são os aquáticos. Desde quando assisti ao filme Free Willy em 1993, a cena do garoto Jess nadando com a baleia não sai da minha cabeça. E para ver tal cena de novo, e ao vivo, só indo ao Sea World.

E eu fui!

Quando assisti ao primeiro show, com os golfinhos, foi difícil conter a emoção e as lágrimas. É algo absolutamente lindo e incrível. Clique aqui para ver algumas cenas da apresentação.

Mas o grande momento no Sea World (e o mais esperado), sem dúvida é o show da baleia Shamu. Veja o vídeo.

O Manta, uma nova atração do parque, é emoção garantida. Os trilhos do brinquedo estão suspensos por boa parte do Sea World e você vai o tempo todo de bruços, como se estivesse voando. Muito bom.

Outra atividade imperdível é alimentar os golfinhos, mas você tem que comprar tíquetes extras.

Para aliviar o calor (na Flórida a temperatura sempre está além dos 30ºC) e dar uma relaxada entre uma atividade e outra, os aquários são uma boa opção. Há diversos deles espalhados pelo parque, sempre com peixes diferentes para você observar.

Para as crianças, existe uma área incrível, repleta de atrações para os mais novinhos. Tem carrossel com temática marinha, um brinquedo gigante para escalar e uma praça onde tudo jorra água.

http://www.youtube.com/v/x-ts6HJB8Ok

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Walt Disney World: Where dreams come true…

11/11/2009 por Ana Elisa von Ah Morano


Não encontrei melhor definição para os meus dias na Flórida. Tudo foi incrivelmente mágico, a minha sensação era de sonhar acordada.

Viajar aos EUA e conhecer os parques da Disney sempre foi idéia fixa na minha cabeça. Quando decidi fazer o intercâmbio tive certeza de estar mais perto de realizar um desejo tão antigo, só não imaginava que seria tão rápido.

Depois que já tinha fechado com a minha host family, estava no Brasil ainda, fui surpreendida com a notícia que iríamos à Disney pouco tempo depois da minha chegada, passar férias.

Dito e feito. Dias antes de completar um mês aqui, lá estávamos nós no avião rumo a Orlando.

Ir à Disney com crianças torna tudo mais encantador. Amei a oportunidade que tive. Foi uma semana incrível, de muito trabalho, afinal eu estava lá para trabalhar também, mas impossível não se divertir.

Melhor que descrever é mostrar. Divirtam-se com as fotos e os vídeos, amanhã conto como foi conhecer o Sea World.

http://www.youtube.com/v/tfiLH_6jBXU

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Trick or treat? … Happy halloween

4/11/2009 por Ana Elisa von Ah Morano


Desde criança a gente aprende na escola sobre o halloween e como ele é comemorado ( pelos americanos). Mas quando não se vive na cultura, tudo parece ser só história…

Mas nos EUA, não é. Eles vivem intensamente a comemoração do halloween e tudo começa quase um mês antes, com a decoração da casa.

Bruxas, caveiras, fantasmas e abóboras estão por todos os cantos e para quem acha isto tudo assustador fica admirado de ver como as crianças daqui se divertem.

Das mais novinhas as já nem tão crianças, todos aguardam ansiosas pelo dia do trick or treat (quando elas saem fantasiadas pelas ruas da vizinhança e ganham doces).

As guloseimas ganham edição especial halloween, tem até chocolate cor de laranja nos supermercados. Nos locais onde há plantação de abóboras (pumpikins), as pessoas podem ir até lá e escolher as suas próprias para a decoração da casa. As crianças adoram pintá-las, fazer carinhas…

Fantasia é quesito obrigatório na noite do dia 31 e vele tudo, não precisa ser um traje assustador, têm princesas, fadas, animais, personagens infantis… A festa começa logo que escurece, por volta das 17h30. Os vizinhos que não querem ser incomodados pelas crianças, normalmente não têm decoração de halloween em suas casas e deixam as luzes apagadas. Se a luz está acesa é um sinal verde para as crianças tocarem a campainha.

Quando a pessoa abre a porta, as crianças dizem trick or treat e então, ganham um doce. E a cena se repete de porta em porta. E em cada casa, uma decoração diferente, uma fantasia diferente…

Para quem já não é mais criança e quer comemorar o halloween, não faltam opções de festa para ir fantasiado na noite do dia 31, quando se comemora também a entrada do inverno.

P.S – Durante todo o mês de outubro na Disney teve festa de halloween em um dos seus parques, o Magic Kingdom. Eu fui com a minha família. Todos tiveram que usar fantasias: eu fui Cinderela.

Na noite de halloween foram os vilões das histórias Disney que roubaram a cena e fizeram o show (veja o vídeo).

Por todo o parque havia pontos de trick or treat, onde as crianças ganhavam doces. E, em outros pontos, havia música para o público dançar com os personagens Disney, como se fosse uma festa.

http://www.youtube.com/v/QTAFHk-MmRc&hl=pt-br&fs=1&

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