
Antes de contar a minha chegada em Londres, gostaria de comentar a minha saga para chegar no aeroporto de Amsterdã… bom tudo começou quando tinha planejado a minha ida, que por mim, seria o mais óbvio, pegar o Tram, que é uma espécie de ônibus-metrô, mas que se desliza na superfície, e ir até a estação de metrô, para enfim, pegar o metrô que chegaria até o aeroporto, mas nem tudo parece tão óbvio assim… depois que fiquei pelo menos 40 minutos esperando pelo Tram para o metrô, comecei a ficar extremamente preocupada, e agora?? Não posso perder o meu vôo para Londres!! Por isso, faça diferente, tipo cogite todas as possibilidades possíveis de transporte, no que concerne a esses deslocamentos entre aeroporto/hostel, além de verificar o schedule, na Europa você tem essa vantagem, tudo tem horário programado, então é possível se organizar baseado nisso, e descobri depois que não sei porque motivo, os Trams não estavam funcionando naquela sexta-feira, bom, foi aí que saí andando com a minha “big mala na mão” que me arrependeria um pouco depois, por não usar metade das roupas que trouxe, hehehe, mas isso não vem ao caso agora, foi que encontrei um terminal de ônibus e lá tinha nada mais e nada menos que o ônibus que seguia ao aeroporto, tipo Airport Bus que tem em São Paulo e a partir daí me senti aliviada… e ai pensei, nossa foi uma jornada localizar o hostel e uma novela para sair daqui, mas o santo protetor dos viajantes estava comigo nessa hora, ae!!!!
Se deslocar de avião pela Europa tem a suas vantagens sim, se você emitir a passagem com um tempo de antecedência, é possível encontrar passagens mais baratas que a sua própria mala, sim, digo isso porque consegui comprar uma passagem por 4,99 libras + taxas + mala ( 10 libras), tendo em vista que as cias aéreas cobram pela sua mala despachada e algumas delas tem um limite de 15 kg, então, nem arrisque levar uma mala de 32 kg para cá… mas tem também as suas desvantagens, que seria a franquia da bagagem, e pelo fato de se apresentar com pelo menos 2 horas de antecedência do horário do vôo.
Bom, cheguei no aeroporto, apesar de tudo, com 30 min de antecedência do previsto e ainda tive que aguardar abrir a cabine de check-in, então após o check in, peguei um Starbucks e fiquei aguardando, e quando estava tudo certo, enfrentei mais uma imigração, e achei que seria bem tranquilo, mas que nada… a imigração de Amsterdã é muito chata, aí fiquei pensando “Nossa!, por ser um país tão liberal, deveriam no mínimo ser mais simpáticos” , mas passei pela rotina, despachei a minha mala de mão, tive que tirar o sapato e passar por uma cabine para a máquina tirar o raio-X , é a primeira vez que passo por esse tipo de situação e na hora que entrei tinha um desenho de onde você devia ficar parado, mas não sabia que tinha que ficar um tempo considerável, então quando fui sair, o cara da imigração gritou comigo e disse “Are you joking with me?” ( Você está brincando comigo?) , ai respondi “No, sir” (Não senhor), então tá, depois desse episódio peguei o meu avião rumo a Londres, ae!!!!!!
Sim, cheguei em Londres!!!! Londres é uma cidade muito grande, tanto que tem 3 aeroportos, assim que cheguei, peguei um expresso que tem frequência de 30 a 30 min, e demora pelo menos 1 hora para chegar ao centro da cidade… assim que cheguei no metrô, tratei de providenciar o cartão de transporte ( válido nos metrôs e nos ônibus) e com o endereço na mão, depois de descobrir a estação do meu hostel, fui em frente… a primeira impressão que tive dos londrinos, é que eles se vestem muito bem, estão sempre na correria e são muito educados e prestativos, pois sofri um pouco com a minha mala, pois há trechos que não tem escada rolante, então toda vez que subia ou descia numa escada fixa, algum dos londrinos carregava pra mim, e sem eu pedir… achei muito legal da parte deles…
O interessante do metrô, conhecido por lá como ”underground” é que você apenas paga até onde você utilizará da ferrovia, a mesma que é dividida em zonas, e é muito extensa por sinal, então o preço sai justo, eu particularmente não sai da zona 2, que é mais central, e uma dica, respeite a sinalização das escadas rolantes “ keep in the right” (mantenha-se na direita) , pois o lado esquerdo, deve sempre estar livre para aqueles que estão mais apressados…
Tuuuuuudo dá pra fazer de metrô, e como são muitas linhas, confesso que me perdi de começo, mas depois consegui pegar o jeito, apenas preste atenção quanto ao horário de pico que é bem cheio, apenas não entendo como o vagão pode ser tão pequeno, afinal os europeus são bem altos, me senti uma super “ tampinha” lá, mas tudo bem… outra coisa que me deixou intrigada é que não há lata de lixo nas estações e surpresa…., nem por isso elas são sujas, então, vê que eles são muito educados mesmo, aposto que se tiver algum lixo perdido por lá, é de algum turista…
Bom, finalmente consegui chegar a estação do metrô, próxima ao hostel e surpresa, fiquei rodando um pouco até achar, isso por que saí em uma das saídas da estação que não era a correta e isso me proporcionou, uma volta pelo quarteirão, se você não está com um mala, não tem problema algum…. o tempo em Londres tava quente, tinha chegado de tarde… e assim que encontrei o hostel.. o que mais queria era WATER (água), e achei muito engraçado, quando pedi…, todos repetiram WATER… bom, eu sou acostumada com o inglês americano, então entender e falar o inglês britânico, “quebrou as minhas pernas um pouco”, massss o que vale de tudo isso é se fazer entender, né pessoal?
Depois de feito o check in, o cansaço me assombrando, queria um banho, mas a fome era muitaaaa, corri pra comer o meu primeiro McDonald´s, nossa até que demorei um pouco para saborear o fast-food número 1 do mundo…., depois disso, fui atrás de alguns símbolos de London, conheci a London Bridge, a London Eye, o famoso Big Ben, National Galery (detalhe, ela é de graça e é magnífica, há um acervo enorme e fantástico, vale a pena conferir)… e como tive 1 dia e meio em Londres era óbvio que não conseguiria ver tudo o que queria, então, fiz a lista de prioridades… Palácio de Buckingham, e com a troca de guarda, claro…, a Abadia, lugar onde o príncipe William casou, e o memorial da princesa Diana e no final da tarde tinha um encontro com a minha amiga inglesa, que conheci em New York, um ano atrás…
Pois bem, a minha sexta, rendeuuuu muito, afinal é importante lembrar que o dia dura até às 21h00 e detalhe era a ”BIG FRIDAY”, e eu tava no meio do centro, onde tudo acontece, um monte de pub pegando fogo, aqui diferente dos EUA, as pessoas bebem na rua de boa… e como escolher um pub pra entrar, são tantos, então me chamou a atenção um que estava escrito fish and chips ( peixe e batata-frita), prato típico daqui e, com a balada dowstairs (andar de baixo), aí me jogueiiiiii, não tive dúvidas…, mas aí fui barrada, tive que apresentar o passaporte, pois pareço ser de menor, hahaha é isso às vezes acontece comigo… comi o meu primeiro fish and chips com a minha primeira Guiness, ae!!!!!!! Aí depois fui pra baladinha dowstairs… nossa tava tudo muito bommm, como estava sozinha, um cara me convidou pra se juntar ao grupo de amigos dele, e ele me contou que já foi pro Brasil, em São Paulo, numa cidade chamada Atibaia, hahaha, que engraçado pensei…. tava tudo muito legals, mas o dia seguinte seria puxado então borá embora… peguei o metro e em 15 minutos já estava no hostel.. aí sim!!!!!!!! Fui aí então que dormi dignamente…
Sábado… depois de tomar um café corrido, aproveitei e comprei uma garrafa de água de um litro, pois percebi que com essa correria não estava me hidratando como deveria, e vai a dica, faça uma comprinha básica no mercado, com água e “besterinhas” pra comer durante o dia, o campeão número 1 pra mim, são as barrinhas de cereais, hehehe… o dia estava lindo, com Sol, mas com friozinho… Londres é uma cidade parecida com São Paulo no inverno… tava bem frioooo, fui correndo ao palácio, a troca de guarda acontece às 11h30, então cheguei e fiquei aguardando, e a apresentação foi linda, pra mim foi o ponto alto da minha viagem pra Londres, fiquei super emocionada… após a apresentação, corri pra Abadia, e depois fui para o Hyde Park, onde tem o Memorial da Princesa Diana, ela pra mim, é um exemplo de vida, fiquei super chateada da maneira como ela deixou o mundo, e fazia questão de ver de perto esse memorial…, pois então.. o parque é lindo…. os parques da Europa são lindos… e sempre está cheio de famílias se divertindo… são lugares de lazer muito bem utilizados pelos europeus no geral… fui ao memorial e ele era lindo, mas simples, não era nada que exaltava a princesa Diana, nada disso, ele se conversava conosco.. pois era um caminho de água, corrente, que fazia um caminho, um espécie de canal, no qual as pessoas poderia colocar a mão e as crianças corriam descalças por esse caminho, pra mim era uma lugar com muita vida, que tinha uma áurea diferente, não sei, foi um dos lugares que me senti muito emocionada e um lugar para reflexão e orações…
Ae, me dei ao luxo de passar uma parte da tarde no parque, andando de bicicleta, ae!!!! Já que em Amsterdã era impossível…. foi muito gostoso.. aqui em Londres como em várias outras cidades da Europa, o uso da bicicleta é além de ser um meio de transporte, tem um grande incentivo para o uso… depois desse passeio pelo parque, ainda tinha 2 horas, pois ia encontrar a minha amiga, aí olhei no mapa e pensei, já sei, vou pra NOTHING HILL, descobri que tinha uma feira aberta, de rua, achei que seria legal… cheguei lá e não fiz NOTHING (nada), porque a feira já tinha acabado, rs, então aproveitei comprei os cartões postais para as minhas duas amigas colecionadores, e fiquei dando umas voltas.. tirando umas fotos… eu gosto muito de arquitetura, então fiquei tirando fotos de uns prédios e tals… deu o meu horário e corri pra encontrar a minha amiga no Picadilly Circus, pois então, os britânicos tem a fama de pontuais, certo? Então, fiquei 40 min esperando e nada, e como não tinha celular, achei melhor ir embora, pode ter acontecido algum imprevisto… e além disso não tinha o telefone dela… aí sai da estação e corri pra ver se conseguia ver um musical, mas já era 20h00, não se encontra mais convite, bom enfim… fiquei dando umas voltas por lá e achei uma parte desse lugar, parecido com a Times Square de NY, acho que por causa dos telões e tals, mas em pequena proporção..
É impossível fazer tudo que a cidade de Londres tem a oferecer em 2 dias, mas deu para sentir como a cidade funciona…. valeu a pena!!
Entao, fiquei dando umas voltas pelo centro, comi um lanchinho e dei minha última volta no famoso ônibus de dois andares…. foi bem divertido…. mas a minha cabeça só pensava em uma coisa…. Galway é amanhã…………….
Bom, por agora é só, enquanto isso vou por aí…
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Pela primeira vez andei de trem na Europa, nossa!! Todo mundo diz que é muito melhor se deslocar por lá de trem e após essa viagem, o único trecho previsto de trem, posso confirmar e me certificar que sim, e há pelo menos três motivos muito claros pra essa afirmação: primeiro seria o conforto, a outra seria a possibilidade de se chegar na estação de trem apenas 15 minutos do horário previsto de saída e por último, e muito importante, a facilidade da estação de trem ser no centro da cidade…
Então, depois de ter uma viagem muito tranquila até Amsterdã, mais uma vez com a minha “big mala na mão”, mochila nas costas e o endereço na outra mão, estou eu de novo a procura do meu hostel, mas antes disso passei no centro de informação turística e adquiri um passe para transporte público durante 48 horas, que seria o tempo exato que ficaria na cidade… Nesse mesmo lugar você pode comprar um passe de duração de 48 horas, que uma vez pago, você não precisará pagar ingressos para algumas atrações da cidade, mas não me interessei por ele, pois o meu tempo era curto e queria uma experiência mais flexível, pois acredito que a viagem é mais proveitosa, não pelo número de atrações a se visitar, mas sim a qualidade e a vivência em cada atração, que deve ser tão emocionante quanto a de curtir o tempo por lá, tipo entrar e sair a hora que quiser, mas o único detalhe que de ser preocupado mesmo são os horários e dias de funcionamento da localidade a ser visitada.
Mas, antes de chegar na parte do hostel, gostaria de perguntar, quem conhece a história de conto de fadas.. “ João e Maria “? pois então, me senti como se tivesse participando dessa história, pois apesar de ter o endereço na mão, e ter chegado no lugar previsto.. não achava o hostel de jeito nenhum, e demorei um tempo até achar, mas antes disso, vi o carro do hostel, vi uma motocicleta do hostel, ou seja, encontrei “ as migalhas do Joao e da Maria” e dei várias voltas até que finalmente achei o hostel Stayokay, também da hosteling international, detalhe, a minha última ajuda pedi para um hotel, que tinha a motocicleta do meu hostel na frente, achei um pouco justo eles saberem, afinal, havia uma sinalização do hostel em frente ao hotel dela, hahaha.. mas ai quando achei finalmente, vi todas as sinalizações possíveis que indicavam sua localização, aífiquei pensando: “meu, como não vi isso antes?”, mas enfim…
Dessa vez compartilhei quarto com outras pessoas e inclusive tinha uma brasileira no mesmo quarto que o meu. Amsterdã foi o lugar onde encontrei inúmeros brasileiros, até então, não tinha visto em nenhum lugar de Frankfurt…
Bom, depois que deixei as minhas malas no hostel, peguei a minha máquina fotográfica e me aventurei a conhecer a cidade, sem rumo nenhum, para ser sincera…. e eu particularmente amo fazer isso, pois é uma sensação de liberdade, apenas ir e sair andando, sem ser guiada por um mapa ou controlada pelo relógio, afinal o único compromisso que você tem é com você mesmo….
Confesso que fiquei meio impressionada a maneira como Amsterdã se movimenta, pois são milhares de bicicletas de todos os lados, brigando por passagem com os carros, com os “tram” e as motocicletas e com os pedestres… é realmente muito louco, e eu como pedestre, tive que ficar mais que atenta com as bicicletas e tomar o maior cuidado para não ser atropelada, principalmente na hora de tirar foto.
Ao contrário de Frankfurt, Amsterdã estava friozinho, apesar do sol tímido que aparecia.. então, apesar de cedo, foi nesse exato dia que joguei tudo pro alto e me dei ao luxo de chegar ao hostel umas 17h00, mais ou menos, deitar e dormir, pois apesar de estar com vontade de fazer cada minuto valer a pena conhecendo o lugar, chega uma hora que o seu corpo pede um sono digno, e além do mais teria o dia inteiro pela frente no dia seguinte…, então ok! dormi e depois acordei, ainda estava claro, e foi que me deparei com uma francesa, uma senhora já, que me deu algumas dicas de lugares a se conhecer, mas eu queria fazer algumas coisas e tals e ela não me largava nunca, mas tudo bem, ela era adorável e fiquei conversando com ela um bom tempo…
Depois sai para jantar e comer dignamente, fiquei procurando algum lugar bacana e vi um letreiro de um restaurante que me interessou e escolhi comer “pasta”, mas então só tinha eu no restaurante e confesso que me arrependi de ter entrado e já era tarde demais, e realmente não curti a comida de lá, mas já que ia pagar por ela, rs, tive que comer… e após passear um pouco mais, voltei pro hostel, tomei um banho e fui tentar fazer algumas “amizades” , mas o negócio tava fraco por lá, incrivelmente encontrei muitos pré-adolescentes e confesso ter achado estranho, mas fazer o que? Então, não tive muita escolha, tomei uma cerveja típica da cidade e fui dormir…
No dia seguinte acordei e tomei um super, mega café da manhã… e a partir daí, dou mais outra dica, é super comum as pessoas pegarem uma fruta, um lanche e levar como “lanchinho”, pois eles normalmente não almoçam, e na hora do almoço eles comem algum lanche, e foi isso mesmo que fiz…
Então, comecei o meu dia e o cronograma era alugar uma bicicleta por algumas horas, ir a biblioteca, uma indicação da minha amiga Ana Carolina, que esteve em Amsterdã por duas semanas antes, ir ao museu da Anne Frank, do Van Gogh, ir ao parque Voldepark e por último fazer um passeio de barco pelos canais da cidade, mas então, obviamente percebi que o meu tempo estava curto, tinha pelo menos meio dia pra fazer isso tudo, então peguei uma mapa da cidade (tive que pagar por ele, eles não dão de graça de jeito nenhum) então, sugiro que você imprima um antes de vir pra cá, anyways, decidi as minhas prioridades que foram: 1- Biblioteca, 2- Parque Voldepark (na hora do almoço) 3- Museus da Anne Frank e Van Gogh e por último o passeio pelos canais.
A biblioteca de Amsterdã é FANTÁSTICA, tem 6 andares (sendo que o último tem um restaurante) e você consegue ir pra sacada e ter uma visão da cidade “MAGNIFECENT” , e depois que passei pela biblioteca me deparei com um prédio bem bonito e foi aí, nesse instante que eu achei o NEMO, hehehe…
Bom, depois de visitar o Nemo, peguei o Tram, fui até o hostel e comprei os ingressos para o museu do Van Gogh e o passeio pelo canal da empresa, Blue Boat, comprei lá, pois havia um desconto para as pessoas que estavam hospedadas, e depois disso fui ao parque, que é o quintal do hostel praticamente, então estendi a minha canga na grama e fiz o meu lanche, traquilamente, e fiquei observando as pessoas. Depois de relaxar, vi que já estava tarde, então fui atrás do museu do Van Gogh, e nisso nada planejado, achei no meio do caminho, o lugar pra “Turista tirar foto” nas famosas letras I AMSTERDÃ.
Bom, o que dizer da experiência de visitar o museu do Van Gogh, no mínimo Sensacional, e quando vi aquele quadro “Bedroom”, quase chorei, pois, me fez lembrar das aulas do primário de educação artística, que a professora pedia para “observar e desenhar o quadro”, uau!!!, e pensar que estava vendo ele pessoalmente, além dos quadros do Van Gogh, havia quadros de outros artistas, muito bons mesmo, além de uma exposição de Picasso, que tinha vindo de Paris. Fiz um passeio de pelo menos 2h30 pelo museu, mas no final saí correndo pra pegar o passeio do canal que deveria ser feito até as 18h00, apesar dele ser feito o dia inteiro, se não me engano de meia em meia hora, anyways, fiz o passeio por esse horário, e foi bom também, pois pude descansar um pouco… pra ser sincera, não curto muito fazer os passeios de “turista”, mas às vezes devo me render… foi um passeio bem interessante, é uma maneira diferente e de ver a cidade.. é uma passeio de 75 minutos, então acho que vale a pena fazê-lo, e gostei muito dessa experiência, afinal, não é só em Veneza que se faz esse tipo de passeio, convenhamos…
E por último, o museu da Anne Frank, que haviam me certificado que o horário de fechamento era às 21h00 e de acordo com uma amiga, era uma visita que dava 1 hora, então beleza, cheguei no museu e me fez lembrar muito o museu do Holocausto que fui em WDC, EUA, pois era um museu que dividia as salas com trechos dos diário dela, a antiga casa da refugiada Anne Frank e da sua família judia, mas só isso de semelhante, pois o destino da Anne Frank não foi a mesma do refugiado do outro museu. A experiência de estar nesse museu foi muito boa e mais uma vez nos faz pensar sobre essa época de tristeza da humanidade, o legal deste museu também é que no final há uma sala no qual o público pode interagir com questões de choques culturais apontadas nos dias de hoje…
Após o passeio, fui ao hostel descansar, pois afinal, o meu dia seguinte seria corrido, rumo a Londres… mas aí vocês me perguntam: Você nem ao menos andou de bicicleta em Amsterdã? Bom, eu não tive coragem e além disso o meu tempo era curto, mas se você tem muito tempo e coragem pra andar de bicicleta em Amsterdã então, Good Luck!
Ahhhhh uma dica, experimente o bicoito stroopwave, muito gostoso!!
E sobre o coffee shops, vocês não vão me perguntar se me aventurei neles, respondo que não, pois não preciso desse tipo de coisa para aproveitar a vida!!!!!
No próximo post conto como não só foi a minha visita a Londres, mas como foi a minha saga pra chegar até lá…
Bom, já que por enquanto é só isso, vou por aí…
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Finalmente coloquei os meus pés na Europa… ah Europa!!! “So exciting”!!!! depois de 11 horas de vôo me sinto um pouco cansada, mas não terei como fugir da imigração…confesso que fiquei um pouco preocupada, pois sei um pouco da fama da imigração inglesa, mas a alemã, não sabia se eles seriam chatos ou se seriam bem tranquilos.. mas, a segunda opção foi a que esperava, afinal, não seria legal ser barrada na imigração, não é mesmo?
Inclusive quando estive falando com a imigração ele disse: “ah, from Brazil”, “Obrigado” e foi aí que tive a minha primeira impressão sobre a Alemanha..
Estava preocupada também com uma coisa extremamente importante, o idioma, pois não sei nada de alemão, mas sei que eles falam inglês e conseguiria me virar, mas para não ser uma turista nada legal, aprendi alguma palavras, tais como Obrigado! (Dank!) e bom dia e boa tarde (Guten tag!), note que enonomizei uma palavra pra aprender…
Bom, com a minha big mala na mão, minha mochila, e claro, com o endereço do hostel na outra mão, me aventurei a procurar o “bus stop” para chegar ao hostel, e durante esse trajeto, perguntei para as pessoas se poderiam me ajudar, e todos foram muito hospitaleiros e amigáveis, sendo assim, consegui achar o meu caminho facilmente, no qual já tinha feito uma reserva por uma noite.
Eu me hospedei no hostel da hostelling international, pois é uma rede muito confiável, é limpa, segura e sempre tive boas referências dela, inclusive, fiz a minha carteirinha pela Ci. Normalmente os quartos são compartilhados, e nesse quarto em específico tinham 4 camas, mas depois que me instalei, descobri que só eu ficaria no quarto, olha só comecei com sorte, mas se bem que compartilhar o quarto com alguém de outro país, poderia ser uma experiência interessante, mas algumas vezes nem tanto assim, bom, isso tudo depende da sua sorte… de qualquer maneira, apesar do cansaço, prometi a minha família que daria notícias logo que conseguisse, então acessei a internet, e mandei e-mail para avisar que cheguei bem, depois disso, em vez de ir descansar, corri contra o tempo para aproveitar meu único dia em Frankfurt… E ainda bem que fiz isso, pois caso pensasse em descansar, o dia já teria passado… por aqui na Europa nessa época costuma escurecer as 21h00, então o dia rende bastante…
Em Frankfurt estava realmente muito calor e então, pensei, nossa, não devia ter trago essa jaqueta, pois teria apenas dias de calor por aqui, mas depois de dois dias, agradeci de ter a minha jaqueta comigo….
Frankfurt é uma cidade encantadora e tem uma certa similaridade com a cidade de São Paulo, pois é uma cidade bem “Business” e as pessoas super bem vestidas e claro, outras bem descoladas, principalmente, vestindo “xadrez” hehehe, mas ela não tem a loucura que a minha cidade tem, pois o transporte público funciona muito bem, muitos utilizam a bicicleta como o meio de transporte, sendo assim, é muito comum ver um homem de terno e gravata, andando de bicicleta. Os alemães, pelo menos aqueles que conheci, foram muito atenciosos e amistosos.
Para quem gosta de arquitetura, com certeza deve vir a Frankfurt, porque há prédios lindíssimos que parecem obras de arte.
Depois de passear um pouco e comer um lanchinho, voltei ao hostel, tomei um banho e desci, com a expectativa de fazer novos amigos no hostel e eis que não demorou muito e dois rapazes que estavam bebendo “umas”, me convidaram para se juntar a eles, e então, ficamos conversando sobre o Brasil, sobre a Alemanha e sobre outros assuntos… e inclusive descobri que os alemães não gostam muito do Oktoberfest, porque trata-se de uma festa estritamente pra “turista ver”, pois as bebidas são muito caras. Realmente foi muito legal conhecê-los, pois eram boas pessoas, inclusive me convidaram para conhecer outra cidade da Alemanha, chamada, Colonia, mas tive que recusar dessa vez, pois o meu tempo era curto e já tenho tudo meio que planejado.
Bom, de qualquer maneira, então vai ai uma dica, quando se hospedar num hostel, tente interagir com outras pessoas, porque além de você não ficar sozinho, é uma oportunidade de conhecer outra cultura e claro praticar o inglês…. mas, então quando percebi que estava ficando tarde, decidi ir pro quarto descansar, pois teria que acordar muito cedo para pegar o trem rumo a Amsterdam.
Há hostels dessa rede, que incluí o café da manhã, porém começa a servir depois das 7h30 e por isso perdi uma refeição, então vai outra dica, verifique se o hostel oferece o café da manhã, se sim, é bom pensar para sair apenas depois do café da manhã.
Nossa, gostaria muito de ter ficado por lá, ao menos mais um dia, but, fazer o quê, né?
Bom, acho que é isso…., aguardem as minhas aventuras por Amstedammmmmmm!!!!!!
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Antes de contar as minhas aventuras pela Europa, gostaria de postar algo sobre viajar sozinha….
O intercâmbio é a oportunidade de você conhecer outra cultura, praticar outro idioma e fazer amigos, além disso, é a oportunidade que você tem de ser você mesma e se descobrir, como uma espécie de viagem para dentro de si, mas ao mesmo tempo tentando entender o desconhecido… isso é um presente que não deve ser perdido de nenhuma maneira… , pois é uma espécie de auto-conhecimento, entendimento dos seus limites e tentar superá-los também..
É nessa hora que você com certeza vai se perder, terá dúvidas, terá que tomar decisões e fazer as suas próprias escolhas, sem depender do outro, que algumas vezes fala o mesmo idioma que o seu, e isso não é nada bom para o intercambista, ainda mais aquele que tem como o objetivo o aprendizado do idioma e inclusive gostaria de compartilhar um segredo sobre isso, mas isso deixo apenas para o último post.
Eu, por exemplo, imagine só uma garota com 24 anos desbravando algumas cidades da Europa em um mês, não canso de escutar a mesma exclamação de surpresa…. nossa! Você vai sozinha, como você é corajosa!!!
Então a minha hora é essa, e esperei muito por ela, então farei tudo que tiver vontade, desde decidir se acordo tarde naquele dia, se passeio, se deito na grama da praça, se saio para comer ou se saio com os novos amigos, que com certeza aparecerão de monte…
Escolhi a CI como minha intemediadora para fazer todas as coisas práticas e burocráticas que devems ser feita no processo, como confirmar o curso de inglês, seguro viagem, emissão da passagem aérea e passe de trem, emissão da minha carteirinha de hostel, etc. Quanto as minhas acomodações e trechos internos, escolhi fazer eu mesma, pois queria sentir a responsabilidade e também a flexibilidade, mas também quem não tem esse ânimo, pode também adquirir o Mochilão da CI.
Bom, por agora é só, enquanto isso, vou por aí…. e a primeira parada será em Frankfurt!!!
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