Despedida…

30/08/2010 por Vanessa Braz


Nesses dois meses, vivi os melhores momentos da minha vida, em uma viagem inesquecível a Vancouver. Conheci pessoas do mundo inteiro, visitei lugares onde me senti em uma cena de filme, tive o prazer de saborear deliciosos pratos, mas chegou a hora de dizer adeus!

Como uma borboleta, visitei jardins, respirei novos ares, senti o sabor de diferentes nectas. E assim como um pássaro, que atravessa continentes, eu também tenho que retornar ao meu lar. A despedida da família aconteceu uma noite antes do vôo. Tannya permitiu que as crianças dormissem mais tarde, para podermos jogar vídeo game com elas, e ficamos acordados até 1h30 da manhã. Tannya teve que dormir cedo, mas ficou muito feliz com as flores que entregamos para ela. Preferiu, inclusive, não se prolongar na despedida, por que, sempre se emociona.

O dia amanheceu, o taxi estava para chegar. Aos poucos as malas foram colocadas e Victor, assim como eu, nos despedimos de cada canto da casa: jardim, varanda, cozinha, sala, piano e o momento mais crítico foi a despedida da cadelinha, Molly. E parecia que ela sabia o que estava acontecendo, que a nossa saída não ia ter volta no final do dia. Isso emocionou!

O taxista, um indiano, nos levou até o aeroporto e meus olhos não saiam das ruas de Vancouver, queria guardar aquelas imagens para sempre na minha memória. Chegamos ao aeroporto e não demorou para embarcamos. Agora é pra valer, estamos deixando Vancouver.
Quatro horas até Toronto e mais 10h até chegarmos em São Paulo, onde aguardamos 8h para o vôo de São Paulo para João Pessoa. Por isso, fomos para a casa das minhas primas, onde tomamos um banho, almoçamos, descansamos, conversamos, jantamos e seguimos viagem.

Momento tenso no aeroporto de Guarulhos. O avião que embarcamos, e já estávamos no ar, teve que voltar por problemas na aeronave. Quando chegamos vimos três pessoas olhando a turbina que estava do meu lado esquerdo. O pior eram alguns passageiros dizendo “É a sexta-feira 13″ e uma senhora ao lado de Victor contando que quando vinha na van para o aeroporto uma criança cantava uma musica e emendava com “o avião vai quebrar, o avião vai quebrar”. Ninguém merece essa tensão!!!

Trocamos de aeronave e o vôo foi tranqüilo. Chegamos as 6h da manhã em João Pessoa, num dia de sol lindo, que a muito tempo não aparecia. Uma onda de sentimentos me tomou, primeiro por que estava feliz em ver minha família e a cidade que tanto amo, mas também, por uma saudade da beleza e organização de Vancouver.

Obrigada por aqueles que me acompanharam durante esta jornada. Se Deus quiser, em breve teremos outra – Uma Brasileira…

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Comendo em Vancouver

22/08/2010 por Vanessa Braz


A idéia de que os estudantes em Vancouver só comem pizza, é bem equivocada. Tem sim estudantes que preferem a boa e velha massa italiana, mas na cidade podemos encontrar uma variedade de restaurantes e lanchonetes com preços bem acessíveis.

Para quem gosta de sushi, como eu, não terá dificuldade em encontrar restaurantes japoneses por lá. Para que esta se preparando para viajar, a dúvida que logo aparece e quanto ao preço, pois então vamos ao que interessa. Eu não sou do tipo que come muito, mas um prato, nos restaurantes japoneses do Harbour Centre, com 16 pedaços de sushissai em média por $4 a $6 dólares.

Nossa, tem um restaurante que eu fiquei viciada lá em Gastown. Quase todos os dias eu e Victor iamos para o Mo-Mo Sushi Restaurant e lá pedíamos uma tábua com 32 sushis, que saia por $19, mas diferente do Harbour Centre, os pedaços de sushi eram enormes. Sem falar que o sushi de lá é divino!!!

Mas em todas as esquinas de Vancouver você vai encontrar um restaurante diferente, com sabores de várias partes do mundo. Eu tive o prazer de saborear vários pratos diferentes: italiano, mexicano, mediterrâneo, japonês, indiano, turco e chinês. Mas confesso que me entreguei ao sushi japonês.

Para quem estiver próximo a Gastown, sugiro o Mo-Mo Sushi, que fica bem no início da avenida, antes do relógio a vapor. No centro na direção mais west, tem um restaurante indiano maravilhoso – mas adianto que a comida é apimentada, mas super agradável – o nome é Indian Gate Restaurant e fica localizado na Robson ST 616. Quem for para o norte, poderá ir ao céu com o tempero italiano do Gusto Di Quattro, um nome um tanto sugestivo, mas brincadeiras a parte, o restaurante é maravilhoso. Lá eu comi um risoto de frutos do mar, e tive a sensação de ter conhecido Deus! O valor nestes dois últimos já e um pouco mais salgado, cerca de $17 a $25, mas valeu muito cada dólar. O Gusto Di Quattro fica na Lonsdale Avenue, próximo a estação final do Seabus, em North Vancouver.

Se você por visitar Whistler, minha dica é o restaurante La Bocca, onde comi uma macarronada e Victor um salmão divino. Os preços não são dos mais baratos, mas vale pela qualidade da comida e do atendimento, cerca de $20.

Vale ressaltar que o atendimento nos bares e restaurantes em Vancouver são de primeira qualidade, sempre com uma pessoa te recepcionando na entrada, direcionando você para uma mesa. Não sei em outras regiões do Brasil, mas na cidade onde vivo, muita coisa precisa melhorar.

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Jornais de graça na rua

21/08/2010 por Vanessa Braz


Para quem gosta de ficar por dentro das notícias e não abre mão do bom e velho jornal impresso, Vancouver é o lugar certo! Todos os dias você pode ter acesso as notícias atraves de vários jornais que são distribuidos gratuitamente, eles ficam dentro de um suporte parecido com o dos correios.

Eu contei, pelo menos, cinco jornais deste tipo. Voce encontra eles em varios lugares da cidade, como por exemplo, no skytrain e no seabus. São jornais que trazem notícias de diversos fados do dia a dia, comportamento, saúde e, muito entretenimento. Tem jornais especializados em eventos que acontecem na cidade, trazendo entrevistas e a programação da cidade, seja no cinema, no teatro, na danca, nigth clubs ou em apresentações musicais.

É sair de casa e ter em mãos a notícia gratuida, no bom sentido.

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Aquarium

20/08/2010 por Vanessa Braz


Desta vez a diversão foi em familia. Resolvemos que a visita ao Aquario, no Staley Park, seria com os meninos que moram na nossa homestay. Combinamos com Tanya, para saber se ela estava de acordo com a proposta e tudo certo.

Apesar de Tanya ter oferecido o carro para a gente seguir mais rápido e com conforto, Victor preferiu o ônibus – não! os meninos vão se divertir andando de ônibus. Coitados! Mais de uma hora de viagem e, assim como toda criança, eles também ficaram cansados.

Chegando no Aquario, todo aquele cansaco passou rapidinho e logo estavam os dois, empolgados, mostrando a entrada. Nossa o lugar é lindo, cheio de animais – mais de 33 mil – e existe um setor só com especies da Amazônia com: peixes, cobras, passaros, sapos, crocodilo, etc.

Cada bixinho do parque, os meninos queriam mostrar e sempre tinham algo para dizer ou perguntar – bom para o nosso inglês. Eles ficavam adimirados quando mostramos o Brasil e as especies que existem lá, um exemplo foi a jiboia, que pode engolir um animal pequeno ou ate mesmo uma criança.

Eu, particularmente, gostei de várias coisas neste Aquario, por isso recomendo a todos. Lá eu vi de perto vários tubaroes, uma tartaruga gigante, um tucunare com mais de 100 anos e enoooorme, foca, belugas e o que eu mais gostei, os golfinhos. Tem duas apresentacoes, imperdíveis: a das belugas e a dos golfinhos. Este último é impressionante, por que eles fazem vários saltos.

Encerramos o nosso passeio no cinema 4D, bem legal! A gente recebeu um óculos para assistir o filme em 3D e durante a sessao coisas acontecem, vou dizer só uma delas. E como se voce estivesse no filme, em um dos momentos sentimos uma rajada de vento. O restante só conferindo!

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Porque fazer intercâmbio?

19/08/2010 por Vanessa Braz


Na minha opinião, quase não existe diferença entre estudar inglês fora do país e estudar em uma boa escola de idioma no Brasil. Digo isso, comparando o conteúdo trabalhado em sala de aula. No Brasil, onde eu estudo, só e permitido falar inglês na sala de aula e da mesma forma aqui em Vancouver. A diferença, e é bom que fique claro para quem pretende estudar fora, e que aqui você faz um intercambio cultural.

Para quem vai morar menos de seis meses fora do país, como eu que vim passar dois meses, peço que não se iluda achando que nesse período você vai sair falando fluente o idioma. Eu que cheguei begin 3, passei no segundo mês para o begin 4, ou seja, ainda sou iniciante e tenho muito chão para andar. Isso eu já sabia desde que sai do Brasil, minha consultora de viagem e minha professora de inglês já haviam me orientado e não fui com a esperança de um milagre, apenas de estudar e, principalmente, viver a experiência de sair do país e entrar em contato com outras culturas.

A vantagem de fazer intercâmbio e exatamente a intensidade do idioma, por que você esta o tempo todo falando inglês, ouvindo e lendo em inglês. Mas não de bobeira e comece a andar com outros brasileiros, por que uma hora ou outra você cai na tentação de falar em português, e ai corre um sério risco – não forçar a mente a pensar em inglês.

O melhor, mesmo, do intercâmbio é que além da cultura, neste caso canadense, você também entra em contato com outras culturas, já que você vai estudar com pessoas de várias partes do mundo. Já disse uma vez, mas não custa repetir a informação de que na minha turma tem coreanos, japonês, pessoas de Taiwan, da Turquia, da Espanha e da Arábia Saudita.

Sabe o que é estudar com pessoas de vários lugares do mundo, de ver o comportamento delas, de conhecer um pouco mais da cultura e dos costumes? Pois é, em uma sala de aula no Brasil isso não e possível.

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Sobre a homestay

5/08/2010 por Vanessa Braz


Nossa eu fiquei tão empolgada com questões turísticas que acabei não falando da minha família no Canadá. Mas eu me lembro o motivo de eu não escrevi sobre ela logo na primeira semana. Eu vou contar…

Bom, para quem está acompanhando o meu blog desde o início, viu que eu fiquei a primeira semana, em Vancouver, hospedada na casa de um amigo brasileiro – Ernesto. Eu vim para minha homestay no dia 20 de junho, um domingo a noite e tive apenas uma conversa rápida com minha mother homestay, Tanya Downie, por que ela chegou bem tarde de uma viagem que tinha feito.

No dia seguinte, depois da aula, eu e Victor passeamos por Downtown e fomos ter o nosso primeiro jantar com a família, mas assim que chegamos vimos algumas malas na escada da casa – era o namorado dela indo embora, eles estavam terminando o relacionamento. Nossa, coitada de Tanya! Depois que ele saiu, ela veio se consolar comigo, chorava e falava, e eu não conseguia entender nada, apenas que ele tinham ido embora por causa do ex-marido dela.

Foi uma situação complicada, por que, ao mesmo tempo que eu queria consolar, o idioma me impedia. E ela toda preocupada com a gente, preparando o jantar…

Mas os dias foram passando, ela ficando melhor e quando penso que não, lá estão os dois novamente juntos. Casais!!! Que bom para os dois, que agora estão super bem.

Voltando a falar da minha homestay. Na casa moram Tanya, que tens 42 anos, e os dois filhos dela, Noah (11 anos) e Ryan (8 anos). Tanya trabalha em uma empresa de distribuição e é responsável pela entrega dos produtos. Ela recebe os pedidos e coordena a entrega dos produtos. Ela acorda super cedo para trabalhar, 4h da manha já esta de pé, por que o trabalho começa às 5h.

Os dois filhos dela são muito ativos, principalmente, o mais velho que pratica vários esportes e se destaca no basebol e lacross. Os dois querem ser atletas, jogadores de basebol, quando cresceram, assim como muitos meninos no Brasil querem ser jogadores de futebol.

Esta família é perfeita para pessoas independentes. Primeiro por que Tanya é muito ocupada e não pode ficar dando atenção o tempo todo, e segundo por que a gente tem toda a liberdade para chegar e sair a hora que quiser. A primeira coisa que ela fez foi nos dar a chave da casa e dizer que comida tem na geladeira e pratos nos armários. Ótimo!

O que fechamos na homestay foi café da manha e jantar. Ela deixa a gente a vontade para comer o que quisermos e de noite ela mesma prepara o jantar. Mas se a gente não quiser comer em casa e só avisar com antecedência.

Victor se deu muito bem com as crianças, chegou logo jogando futebol, basquete e vídeo game, sem falar nas brincadeiras de guerra e até star war. As crianças se divertem!!! Teve um dia que saímos todos juntos para jogar basquete a convite das crianças, e olha que eles jogam muito!

Depois que o nosso curso terminou, passamos a ficar mais tempo em casa durante o dia, e consequentemente, com as crianças. E isso foi ótimo para Tanya, por que eles estavam indo pela manha pra casa de amiguinhos e depois ficando com a babá. Não vimos nenhum problema em ficar com eles durante o dia, já que estávamos em casa. Caso a gente fosse sair, Tanya já providenciava uma solução.

Acho que a nossa relação com a família acabou sendo tão saudável, que quando o contrato da homestay terminou, ela pediu que a gente ficasse mais uma semana. Quando o contrato terminasse, já estava certo de eu e Victor irmos para a casa de Ernesto, que ia voltar para o Brasil e deixou que a gente se hospedasse na casa dele de graça. Mas veio essa proposta de Tanya: casa, comida e roupa lavada. Acabamos ficando mais uma semana de graça!

Que bom saber que esta família gostou da gente e que criamos um laço de amizade. A semana esta terminando e com certeza esta família, do North Vancouver, vai deixar saudade!

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Voltando a Deep Cove

4/08/2010 por Vanessa Braz


Não resistimos e voltamos preparados para cair nas águas de Deep Cove, só que acompanhados por um caiaque duplo. Depois de conhecer esse lugar maravilhoso e de ter presenciado várias pessoas se divertindo nos caiaques, eu e Victor decidimos, também, alugar um. E essa foi uma das melhores escolhas que fizemos, por que o passeio foi, simplesmente, fantástico.

Minha primeira experiência com caiaques foi no início deste ano, no Rio Grande do Norte, fazendo uma matéria para o programa Correio Espetacular, filial da Rede Record. Mas o caiaque daqui e bem diferente, ele é fechado, tem uma proteção de borracha para não entrar água dentro do caiaque.

Fechamos um pacote de duas horas e pagamos $46. Depois foi só diversão, a princípio tentando pegar o jeito com os remos, e confesso que quem sofreu foi Victor que passou a maior parte do tempo remando, enquanto eu descansava, tirava fotos e fazia alguns filmes. Nossa, que passeio maravilhoso esse! Chegamos até uma pequena ilha onde encontramos outros turistas, acho que naquele ponto eles param para descansar, fazer trilhas e coisas do tipo, mas nós não tínhamos muito tempo. Duas horas parece muito, mas até a gente pegar ritmo com os remos e conseguir driblar a correnteza, duas horas passam voando.

Um dos melhores momentos foi o encontro com os lobos marinhos. Tão lindos e fofinhos! Tinha uns três filhotes e outros quatro adultos tomando banho de sol em um tronco de árvore, próximo a margem da baía. Passamos bem perto deles e deu para ver como a natureza é linda! Me senti privilegiada por estar em um lugar tão lindo.

No final do passeio paramos para tomar um cerveja e um ensopado de frutos do mar. Muito gostoso, mas nada comparado aos de João Pessoa, sem falar que o preço é salgado assim como a água de lá – 3 cervejas e dois ensopados = $35.

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Deep Cove in North Vancouver

3/08/2010 por Vanessa Braz


Aproximadamente 30 minutos de Downtow, encontramos um distrito chamado Deep Cove, um lugar bem simpático e tranquilo no North Vancouver. Assim que cheguamos, eu tive a impressão de estar em um vilarejo, mas a paisagem foi aos poucos se modificando e logo me vi em um cenário digno de um filme.

O local conta com área para picnicking, playground para as crianças, trilhas e uma bela praia com águas calmas, perfeita para passeios de caiaque. E caiaque e o que não falta em Deep Cove. Lá encontramos vários deles com crianças e adultos se divertindo. O preço para passear em um deles não e muito caro: 2h em um caiaque simples você pagar $30, no meio da semana e $34 nos finais de semana. Já para um caiaque duplo o valor sobe para $42 e $46 nos finais de semana, mas em compensação sai mais barato, por que, a conta será dividida por dois. Existem outros pacotes com passeios especiais, bem mais turístico com valores que variam de $50 a $ 440.

Depois de me deleitar nessa paisagem linda, formada por uma baía cercada por uma imensa floresta montanhosa, seguimos por uma trilha, criada por escoteiros do Baden Powell, que nos levou a um lugar privilegiado. Outra coisa não, mas em Vancouver o que mais fizemos foi andar e subir escadas e nesta trilha não foi diferente, andamos cerca de 20 minutos até chegarmos em uma grande pedra que deu acesso a uma vista panorâmica do distrito Deep Cove.

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Passeio de bike dupla

2/08/2010 por Vanessa Braz


Para quem gosta de andar de bicicleta, fica aqui a dica: Staley Park é uma ótima opção para este passeio. Se você não tem bike, não tem problema já que existem várias lojas que trabalham com serviço de aluguel.

Tem bike para todas as idades e formatos adoráveis. Um dia, eu e meu namorado, resolvemos experimentar a bicicleta dupla e foi muito legal! Pagamos $30 para ficar com a bicicleta por até 5h e acho que o preço não foi tão caro assim.

Pedalamos por todo o parque, descansamos, tiramos várias fotos e ainda deu tempo de jantar. Quem pensa que a bicicleta dupla é instável, não se preocupe, ela é ótima e dá para revezar, caso você canse.

Durante o passeio vimos vários lobos-marinhos, que deviam estar caçando salmão por ali. Neste mesmo local, encontramos mais de 7 navios cargueiros que chegavam e saiam do porto de Vancouver.

Depois de muito pedalar, paramos em English Bay e enquanto Victor fazia algumas barras eu voltei a ser criança e fui direto para o balanço. E este era um balanço para adultos mesmo!!! Eu me balancei tão forte e fui alto que deu até frio na barriga. Depois paramos para comer, lá em English Bay, onde você pode encontrar vários restaurantes, bares, cafés e lojinhas.

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Garage Sale

1/08/2010 por Vanessa Braz


Voltando de uma festa em downtown fui surpreendida com dois cartazes, próximos a rua onde fica minha homestay, que diziam “Garage Sale” no endereço da minha home. No dia seguinte, a garagem virou uma loja com vários produtos para serem vendidos.

Minha mother home, Tannya Dowie, separou o que não usava para tentar vender – uma coisa bem tradicional na América do Norte. E tinha de tudo: livros, pelúcias, filmes, utensílios, canivetes, fichários, postais e muitos mais.
A venda de garagem passou do horário previsto para terminar e todos ficaram satisfeitos com as vendas, já que muitas pessoas passaram por lá e levaram, pelo menos, um item da “garage sale”.

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