5 livros inspiradores para cair no mundo

De livros clássicos a best-sellers, diversos objetos da literatura mundial são inspirados em diferentes locais ao redor do mundo.

A maioria inspira leitores a expandirem suas consciências e a partirem em busca de novas experiências e de novas vivências capazes de mudar completamente a visão do mundo e da sociedade ao redor.

Conheça alguns dos destinos e das histórias que foram eternizados em livros famosos e escolha a sua próxima inspiração para cair no mundo.

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1. Pé na Estrada – Jack Kerouac (Estados Unidos e México)

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 “Qual é a sua estrada, homem? – a estrada do místico, a estrada do louco, a estrada do arco-íris, a estrada dos peixes, qualquer estrada… Há sempre uma estrada em qualquer lugar, para qualquer pessoa, em qualquer circunstância.”

Com uma mochila nas costas e a vontade de conhecer o mundo, Sal Paradise e Dean Moriarty saem pelo interior dos Estados Unidos até chegarem ao México e acabam conhecendo muito mais de si mesmos com a ajuda da liberdade do mundo à sua volta.

Esta história pode soar conhecida e muito convidativa para milhares de pessoas, pois é uma narrativa de desejo presente na vida de grande parte dos jovens. Quem é que não tem um amigo que gostaria de pegar uma mochila e sair pelo mundo atrás de diversão, de novas amizades e de múltiplos prazeres?

O livro foi responsável por uma das maiores revoluções da juventude no século XX e já foi até chamado de bíblia da geração beat. O jeito único de Jack Kerouac ao escrever o livro é composto por parágrafos que incorporam a espiritualidade eufórica de jovens dos anos 60, que está viva até hoje, e a liberdade insaciável que as estradas e as paisagens da história oferecem e nos fazem refletir sobre o valor da vida, a humanidade e o autoconhecimento.

A rodovia mais famosa do mundo, a Rota 66, na Califórnia, foi uma das principais estradas de condução da história.

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2. Se eu Ficar – Gayle Forman (Vancouver, Canadá)

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“Às vezes você faz escolhas na vida e às vezes as escolhas fazem você. Isso faz sentido?”

O drama escrito pela estadunidense Gayle Forman é emocionante, comovente e capaz de causar inquietação em relação às reflexões sobre a vida, sobre as pessoas à nossa volta e sobre o que realmente vale a pena nos preocuparmos e lutarmos.

O inverno de Vancouver, no Canadá, foi escolhido para compor o cenário da história de Mia Hall, que já virou até filme. Uma menina apaixonada por música clássica, que acreditava que a decisão mais difícil de sua vida se resumia a escolher entre estudar na melhor escola de música do país ou seguir outro destino com o amor da sua vida. Mas, depois de sofrer um acidente de carro, no qual toda a sua família acabou morrendo, Mia percebe que suas reflexões e decisões do futuro vão precisar ir muito mais além.

Vale a pena viver sem as pessoas que ela mais amava? Ou é melhor se deixar levar e apagar a dor?

A história narrada pelo espírito de Mia, que vaga pelos corredores do hospital tentando decifrar seu destino, é envolvida pelas paisagens geladas e, ao mesmo tempo, aconchegantes da natureza de Vancouver, fazendo contraponto com um dos fatores mais difíceis da decisão a ser tomada.  Ao mesmo tempo em que ela quer fazer escolhas para sua felicidade, ela precisa pensar nas pessoas que estão à sua volta.

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3. A Menina que Roubava Livros – Markus Zusak (Alemanha)

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“As palavras sempre ficam. Lembre-se sempre do poder das palavras. Quem escreve constrói um castelo, e quem lê, passa a habitá-lo.”

Com a Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial como palco principal, A Menina que Roubava Livros é um drama que exala história.

Depois de enganar a morte algumas vezes e de perder toda a sua família, a jovem Liesel passa a viver com pessoas estranhas e a sobreviver se alimentando da inspiração vinda dos livros que rouba pelas ruas de Munique. Os livros são uma forma de libertação tanto para ela quanto para seu amigo Max, um judeu que está vivendo escondido em sua casa.

As ruas da cidade, assim como os livros, servem como um escape da realidade conturbada da guerra. Por elas, Liesel fazia novas amizades e vivia o pouco de liberdade que a época da guerra oferecia.

Por mais que o livro seja baseado em acontecimentos do início dos anos 40, atualmente, é possível passear pelas ruas de Munique e respirar o espírito dos ambientes históricos repletos de esperança.

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4. A Teoria de Tudo – Jane Hawking (Inglaterra)

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“Quero ficar ao seu lado enquanto ainda temos tempo. E se não durar muito – é o que nós temos. Vai ser suficiente.” – Jane Hawking.

 “Por mais que a vida possa parecer má, sempre há alguma coisa que você pode fazer e ter sucesso. Enquanto há vida, há esperança.”- Stephen Hawking.

O charme britânico, que vem sendo preservado durante séculos, é encantador e inspirador. Costumes, arquiteturas e histórias de determinados lugares da Inglaterra são capazes de nos transportar diretamente para outra época.

Este é o caso do drama romântico e biográfico da vida de um dos maiores físicos do mundo, Stephen Hawking.

A Teoria de Tudo conta a extraordinária história de amor e de vida de Stephen e Jane Hawking. Detalhes da vida do físico, antes e depois do aparecimento da esclerose múltipla, dão uma lição importantíssima de superação e de compaixão.

O enredo tem início durante a sua juventude e a Universidade de Cambridge, clássica e monumental, traz o clima perfeito para embalar o romance entre Stephen e Jane durante a faculdade, onde eles se conheceram.

A Universidade é um símbolo tão grande da cultura e da história do país que passou a ficar disponível para visitação. Se você está planejando uma viagem pela Inglaterra, vale muito a pena incluir Cambridge no seu roteiro!

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5. Na Natureza Selvagem – Jon Krakauer (Estados Unidos)

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“A alegria da vida vem de nossos encontros com novas experiências e, portanto, não há alegria maior que ter um horizonte sempre cambiante, cada dia um novo e diferente sol.”

Voltando para as estradas dos Estados Unidos, encontramos a história verdadeira de Christopher McCandless. Diferentemente de Sal e de Dean, personagens fictícios de Pé na Estrada, Christopher, de 22 anos, escolheu um destino principal e foi viver a vida selvagem. Este destino era o Alasca.

Christopher era um jovem de classe média alta dos Estados Unidos, formado e de boa família. O que Jon Krakauer tenta desvendar no decorrer do livro é exatamente por que um jovem que, aparentemente, tinha tudo resolveu partir em busca de aventura e de liberdade apenas com algumas roupas, um pouco de comida, uma espingarda e um livro sobre plantas comestíveis.

Mais uma vez, a sede insaciável de jovens pela liberdade fica evidente e atrai leitores de todos os cantos do planeta. Christopher estava em busca de valores que estão escondidos em experiências, vivências, e não são encontrados em bens materiais ou status social. Depois de partir em busca da vida que desejava, ele trocou seu nome para Alexander Supertramp, se libertando da pessoa que era conhecida pela sociedade.

O Alasca é um dos poucos extremos do mundo que pode proporcionar contato direto com a natureza a fim de abrir a alma e o espírito de quem busca libertação.

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Conhecer novos lugares e vivenciar outras culturas resultam em experiências únicas cheias de crescimento e de reflexão.

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