A Odisséia – De João Pessoa a Vancouver


Post direto de dentro do avião da Air Canada. Estamos a exatas 28 horas viajando e ainda não chegamos ao nosso destino final. O itinerário João Pessoa – Recife – São Paulo – Toronto – Vancouver é bem longo, e quase torra nossa paciência! Fazer o quê? A gente agüenta!

Nosso maior receio, até então, era ter que passar cerca de 8 horas de espera no aeroporto de Guarulhos (SP), mas Junior resolveu isso rapidinho e, o que seria uma angústia, transformou-se em uma alternativa bastante agradável. Dentro do aeroporto há um daqueles hotéis que hospedam por horas (quantas você precisar) e nos instalamos nele, tendo direito a um mini quarto de 4m² – o suficiente para dar um cochilo – com cama beliche, ar condicionado, TV, internet wi-fi, e acesso a banheiro privativo (com chuveiro quente, tolhas limpas, shampoo, condicionador, sabonete e até secador de cabelos). Lá pudemos guardar nossa bagagem em segurança, enquanto almoçávamos, descansar e aguardar o vôo com mais conforto. Acreditem: se for para passar muitas horas esperando, vale a pena investir em uma comodidade como esta.

Ah, outra coisa: tendo chance, é bom checar o portão de embarque com antecedência, já que não é todo mundo que se dispõe a prestar uma informação correta, de última hora (mesmo sendo funcionários do aeroporto). Também vale a pena seguir as instruções de acondicionar os vidros, tubos e frascos com mais de 100 ml em saquinhos plásticos, pois o pessoal do “raio x” não perdoa a mínima possibilidade de você “carregar explosivos” em sua bagagem de mão!

Se for fazer conexão em Toronto, antes de ir para qualquer outra cidade canadense, guarde os fones de ouvido que os comissários lhe dão (usados para ouvir o que se passa na programação legal de filmes, séries e músicas). Caso contrário, você terá de pagar por eles nos vôos internos do país, bem como por qualquer coisa que deseje comer. E só aceitam cartão de crédito.

Ah, mas uma coisa nos fascinou por completo! Que educação o povo canadense tem! Já no avião, percebe-se que os comissários de bordo se preocupam em se fazer entender, falam a língua portuguesa e se importam com seu bem estar. No aeroporto de Toronto, um funcionário viu que estávamos meio perdidos, perguntou se precisávamos de ajuda, verificou nossas passagens e nos acompanhou quase até o portão de embarque! E sem precisarmos pedir nada!

É… que seja assim até o fim!

Giuliana Batista Rodrigues de Queiroz e Carlos Roberto de Queiroz Junior

Giuliana Batista Rodrigues de Queiroz e Carlos Roberto de Queiroz Junior

O casal de João Pessoa-PB embarcaram juntos para Vancouver em busca de experiências memoráveis e aprimoramento do inglês.

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