As belezas escondidas do Camboja

Todos os anos, o que mais pipoca pela internet são listas dos destinos preferidos de viajantes de todo o mundo. Nelas, é muito comum cruzar com clássicos como Barcelona, São Francisco e Paris. O que é bem legal nesse tipo de exercício é que você sempre topa com roteiros menos vistos e conhecidos. Exemplos desses achados são a ilha tailandesa de Ko Phi Phi Don, Stingray City em Cayman ou as ancestrais ruínas cambojanas de Angkor Wat.

Angkor é um complexo construído pelo império Khmer entre os séculos IX e XIV, localizadas próximo ao hoje chamado Siem Reap, no norte do Camboja. Cheio de bons hotéis e infra-estrutura bacana acostumada a receber turistas de todo o mundo, Angkor está entre na lista de Patrimônios da Humanidade protegidos pela UNESCO.

Também são parte do roteiro em Siam Reap o French Quarter (que apesar do nome tem arquitetura inspirada na China), campos de arroz e fazendas de seda. A maioria desses passeios pode ser feitos com um “motodop”, uma espécie de guia-táxi em bicicletas motorizadas, mas, dado o terreno plano da região, vale conhecer as ruínas de bicicleta. Foi o que fez a diretora de arte Renata Alcântara.

“O que mais mais gostei foi alugar bicicleta e fazer toda a parte histórica de bike”, conta Renata, que visitou as ruínas em uma viagem pelo Vietnã e Camboja em 2009. “Em Angkor mesmo só ficamos três dias. A parte histórica é muito legal, mas, a não ser que você seja um especialista, dois dias é mais que suficiente para conhecer os pontos mais legais. No terceiro dia fomos para Kompong Phluk, uma vila inteira construída sobre palafitas, uma paisagem linda e absurda”. Ela conta ainda que um fim de tarde tem que ser reservado para ver o belíssimo pôr-do-sol sobre Phnom Bakheng – um templo em forma de montanha dedicado à deusa hindu Shiva.

Quem visita região normalmente volta encantado com a comida – estranha a princípio, mas sempre fresca, muitas vezes vegetariana e cheia de temperos. O que nos leva a mais uma dica de Renata: vencer preconceitos e provar os estranhos doces do antigo mercado de Psah Chas. Também vale lembrar do forte calor asiático: “recomendo pegar um hotel com piscina, o meu tinha uma na cobertura e era uma delícia”, conta a aventureira.

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