As impressões do primeiro encontro


O quarto dia, o mais especial (e importante) de todos. É quando tudo aquilo que você planejou, sonhou e imaginou nos últimos tempos toma forma e vira realidade.

É a hora de encontrar aquelas pessoas cuja imagem você só conhece por fotografias e a voz, apenas das conversas ao telefone e que a partir de então serão sua família…

É o dia que a vida enfim, recomeça (rá).

Hall do hotel, desembarque do aeroporto ou em casa…não importa o cenário (quem vai morar perto de Nova York, a família busca no hotel, quem vai para longe, segue de avião até o destino), o instante do primeiro encontro com a host family estará para sempre guardado na memória.

O abraço caloroso de boas vindas, a inibição inicial das crianças, as primeiras impressões da cidade, da casa…
São as primeiras palavras (por mais tropeços que haja inicialmente no “novo” idioma, a comunicação entre você e a família acontece e tem que acontecer, sempre!) e a cumplicidade na troca de olhares destes instantes é quando se é possível prever e sentir o que virá pela frente. Eu tive o melhor dos sentimentos…

Para quebrar o gelo com as crianças basta atenção, carinho e paciência. É absolutamente normal que elas fiquem tímidas quando encontrar com você pela primeira vez. Não se assuste e não as assuste. Esforce-se para falar a mesma “língua” que elas e conhecer o “mundo” infantil. Nada de querer ficar “amassando”, apertando as bochechas das crianças, prefira sempre brincar com elas. Pergunte antes aos pais os personagens, filmes, histórias preferidas das “suas” crianças, assim você terá assunto quando chegar. Os pais ficarão felizes quando perceberem que as crianças gostam de você. Comigo foi assim.

Sou Au pair de uma menina com quase quatro anos e de um menino de um ano e meio. No meu segundo dia aqui (antes já tinha sentado para pintar com ela, brincar de casinha, perguntei sobre as suas princesas favoritas, a deixei usar minhas pulseiras, pentear meu cabelo, convidei-a para ir ao meu quarto escutar Hanah Montana no computador…), ela já me perguntava se eu ia ficar a long time ou forever. Eu dizia: long time e ela respondia: please, forever!

Em resumo, a minha primeira impressão: se não fosse pelo fato deles falarem inglês, acharia que eu estava no Brasil… Estou realmente me sentindo em casa!!!

Ana Elisa von Ah Morano

Ana Elisa von Ah Morano

A Ana vai contar pra gente tim tim por tim tim como é ser Au Pair nos Estados Unidos

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