Bolsas de Estudo em Universidades Americanas

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Uma das dúvidas mais frequentes para quem quer cursar o Ensino Superior no exterior é saber se existe a possibilidade de contar com uma bolsa de estudo. Antes de explicar como as bolsas funcionam nos Estados Unidos, é importante lembrar que o aluno pode seguir dois caminhos:

1- Agregar valor acadêmico e profissional à vida do estudante

O ideal é buscar por universidades que possuem um nível superior às opções que o estudante teria no Brasil. A educação internacional é muito valiosa, por isso, é importante ter todo o cuidado para garantir nada menos do que a excelência educacional.

2- Minimizar ao máximo o investimento financeiro

Seja por meio de bolsas ou da redução de despesas com o próprio processo seletivo, o objetivo desse caminho é proporcionar o melhor custo-benefício para o estudante. Independente do percentual de bolsa, procure um programa que respeite os valores já analisados e que possa ser ajustado caso a família sinta a necessidade ao longo do processo de aplicação. E os pais não precisam se preocupar, como os Estados Unidos possuem inúmeras universidades, sempre haverá opções dentro do orçamento desejado.

Então vamos aprender como as bolsas universitárias funcionam nos Estados Unidos?

As bolsas de estudo são mais comuns nas universidades de quatro anos, ou seja, as famosas Universities e Colleges.

Já as Community Colleges, instituições públicas que oferecem Ensino Superior de dois anos, não costumam disponibilizar bolsas. Contudo, o investimento exigido é bem menor, justamente por conta da duração dos cursos e por serem oferecidos pelo governo.

Cada universidade tem suas próprias políticas e regras para aquisição de bolsas de estudo. Porém, de forma geral, para um candidato ser competitivo, ele precisa ter o melhor pacote de candidatura possível no momento da aplicação.

Mas o que é esse pacote de candidatura? Simples, é como se fosse o currículo do aluno, uma maneira de apresentar o seu aproveitamento escolar à universidade.

O desempenho é medido, principalmente, pelo GPA (Grade Point Average), que nada mais é do que a média geral do primeiro ao terceiro ano do Ensino Médio. Nos Estados Unidos, o sistema de pontuação varia de 0,0 a 4,0 – diferente do Brasil, onde a maioria das escolas opta pela pontuação de 0,0 a 10,0.

A média mínima para aplicar às universidades norte-americanas é 2.0. No entanto, para ser realmente competitivo e concorrer a uma bolsa de estudo, o ideal seria uma nota próxima de 3,0 (na escala brasileira, acima de 8,0).


Outro fator importante é a nota do exame admissional, chamado SAT (Scholastic Assessment Test). Podemos comparar esse exame ao ENEM no processo seletivo para as universidades brasileiras. A diferença é que o SAT exige apenas os conteúdos de Inglês e Matemática.

Apesar do exame ser oferecido sete vezes ao longo do ano (em março, maio, junho, agosto, outubro, novembro e dezembro), planejamento é fundamental! Por isso, aconselhamos a realização de pelo menos dois exames. É preciso garantir boas notas para competir a uma bolsa de estudo, então, o ideal é apresentar uma pontuação acima de 1250 pontos, de um total de 1600.

A prova do TOEFL, exame de proficiência em inglês, é obrigatória para todos os estudantes internacionais e a nota mínima pode variar de acordo com a universidade. O desempenho no TOEFL não ajuda exatamente na aplicação para bolsas, mas compõe o pacote de candidatura. Assim, mais uma vez, é fundamental buscar a melhor pontuação possível. Uma nota competitiva está acima de 81 pontos, de um total de 120.

Tão importante quanto os pontos mencionados acima, são as redações e cartas de recomendação.

As redações podem ter tópicos específicos, exigidos pelas universidades, ou temas abertos. Independente do formato, precisam ser bastante assertivas, já que podem definir se o estudante será aceito ou não, se terá uma bolsa ou não. A chave para uma boa redação é não ser boring, ou seja, o estudante precisa ser único para os olhos daquela instituição.

Para as cartas de recomendação, geralmente são exigidos três documentos: dois escritos por professores e um assinado pelo coordenador do Ensino Médio. Essas cartas são mais voltadas ao perfil, às habilidades e aos projetos, que o estudante possui e desenvolveu, do que sobre suas notas, que já constam nos históricos acadêmicos.

Por fim, é preciso estar atento ao cronograma de aplicação, que pode impactar diretamente nas chances de admissão e bolsa de estudo.

Muitas universidades possuem datas e/ou prazos diferentes para aplicação com bolsa e sem bolsa. Nos Estados Unidos, grande parte das universidades leva em consideração o conceito “First come, first serve”, ou seja, quanto antes o estudante aplicar, maiores serão as chances de sucesso.

Ainda tem dúvidas sobre como iniciar a vida universitária nos Estados Unidos? Deixe a sua pergunta aqui nos comentários que te ajudamos a solucionar tudo!

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