Experiências Inesquecíveis

Fala viajantes CI! Volto pra contar o resto da minha trip. Depois daquele perrengue que contei no post anterior, chegamos em San Franciso, no dia 16 de setembro. Bom, SF é uma cidade louca, fria perto das outras da California, muitos homeless (caras que dorme na rua e pedem grana, não chegam a ser mendigos), mas linda e muito boa para o inicio da trip. Com poucos dias, alugamos bikes fomos pedalar. Do famoso Pier 39 até Salsalito, passando pela gigantesca Golden Gate foram 13 km. Programa irado e imperdível para fazer! O hostel era muito bom, bem localizado. Em SF, existe a rua mais íngreme do mundo, é a Lombard St. Baita vista. O lugar não é o bicho pra comprar, afinal no caminho para Santa Bárbara paramos no Outlet de Camarillo. Reservamos um dia para lá e valeu a pena. Muito a pena.

Com a caminhonete abastecida de roupas descemos para Los Angeles. A highway 1 é o melhor caminho. Ela é um pouco mais longa que a 5, mas compensa demais com a vista. É inacreditável, sensacional e quase indescritível a paisagem que eles tem! Aqui a dica é ir sem pressa, parando nos lugares para tirar fotos, enfim, curtir o trajeto. Reservamos meio dia pra isso e demos sorte de pegar o pôr-do-sol na estrada. Fotos, fotos e mais fotos! Não dá vontade de chegar na próxima cidade, mas como era LA, e ela dispensa apresentações, então…

A cidade é gigantesca, ficamos hospedados em Santa Mônica, mais ao sudoeste. Achei que fizemos boa escolha, pois com o carro e gps a cada dia fomos numa praia e algum programa diferente. Aqui tem que ir a Universal Studios, Hollywood, Beverly Hills, Venice, Malibu, Melrose e tudo que se deve fazer a na cidade do cinema. Deu até pra encontrar o Adam Sandler.

Depois de cinco dias era hora de partir pra San Diego. Essa foi a cidade que mais estava esperando, porque morei lá em 2002, então rever meu apartamento foi emocionante. Mas como o resto da galera não tava nem ai pra isso, o esquema é pegar praia em Pacific Beach, Ocean Beach, tirar muitas fotos em Black’s e meter um ultra xis no Hodgad. A cidade não é das melhores para comprar, existe um outlet em San Isydro, fronteira com o México, mas comparando com o anterior não tem graça. Dois dias e meio foi tempo legal para curtir. Aqui me despedi da Califa e peguei estrada pra Las Vegas e depois NY.

Ah! Vegas, terra onde tudo onde acontecer, já diz o ditado “O que acontece em Vegas fica em Vegas”. Chegamos na cidade por meio daquela famosa estrada onde tu avista a cidade bem ao longe só pelas luzes. Foi isso que rolou. Chegamos a noite, no meio do agito, loucura, jogativa, bebedeira e muito mais. Ficamos no Hard Rock Café Hotel, um pouco afastado da Las Vegas Blvd, rua onde estão todos os hotéis, como MGM, Mandalay Bay, Bellagio, NyNy e muitos outros. Não foi estratégico, mas pensado, pois ele era bem em conta (fica a dica).

Bom, aqui foi colocar uma roupa e ir pra rua. Compramos uma cerveja e andamos muito! A rua é demais, muito iluminada, nem parece noite. Notei que aumentou um pouco as promoções por programas. Acho que o filme “Se beber não case” deu uma ajuda!
Pulando de hotel em hotel, casino em casino, o lance é conhecer e se pilhar jogar. Eu joguei um dólar e ganhei 10$, mas admito que perdi eles depois! O vicio é forte, tem que cuidar. Fez em media 36 graus, passávamos o dia na piscina e final da tarde tudo de novo. Essa foi a rotina nesses três excelentes dias.

E nem dava tempo de descansar, pois ainda tinha Nova Iorque. Aqui a turma se separou, eu e a Cel fomos a Big Apple, o resto voltou.
Nova Iorque é um capitulo a parte, a cidade é GIGANTE! Difícil escolher o que fazer em quatro dias, mas não dava pensar muito. Pegamos um vôo de madrugada – viagem dura 4h30 – e chegamos as 6h, do dia 1 de outubro. Alugamos um apê na 3 ave., em Manhattan, vale mais do que ficar em hostel ou hotel.

Primeiro dia escolhemos um roteiro clássico, descemos de metro no sul da ilha e subimos caminhando. O dia favoreceu, estava sol, conhecemos o novo WTC, fomos no lugar onde ficavam as antigas e hoje está um memorial. Alias, se você vai se prepara porque é forte! Nova Iorque não esqueceu e acho que nunca esquecerá aquele dia. Os policiais são muito preparados tanto pra ajudar com informações, mas para qualquer serviço. Nessa região, a cada esquina tem um lugar para doação as vitimas e ao memorial. Sempre lotados.

Depois de se recompor, subimos para Wall Street, centro financeiro dos EUA, vimos a estatua da Liberdade de longe, a fila pra entrar e ir até ela demorava mais de quatro horas, não vale a pena, e caminhamos por onde achávamos bonito.

Depois que acaba tu percebe que quatro dias são pouco. Fomos ainda no bairro do Brooklin, Chelsea, Soho, 5th ave, Times Square (sensacional!), assistimos ao Fantasma da Opera, que é maravilhoso (Se tiver uma só chance de ir na Broadway, vá no Fantasma).
Andamos de bike no Central Park e lá voltamos a ver um capitulo da história. Pros fãs de Beatles, ou seja, todo mundo, no cantinho de Strawberry Fields, fica uma homenagem a John Lennon que morreu a alguns metros dali saindo do seu prédio.

Em cada canto da cidade existe algo novo, diferente, moderno, bonito. Parece que as coisas saem de lá para o mundo, é onde todos querem estar, é incrível! Que cidade!

Em resumo, convide amigos que você goste, faça um roteiro legal e não tenho de se perder. Esse é o segredo! Foram 20 dias que passaram voando e essa é a melhor sensação: dever cumprido!

Duda Garbi

Duda Garbi

Duda Garbi é um jornalista super atuante que trabalha no Kzuka, na Rádio Atlântida e na RBSTV. Além disso, tem uma coluna na Revista Pah!, participa do Pretinho Básico, do Tá Vazando e do Bola nas Costas, e faz matérias para o Globo Esporte RS. Ufa! Vamos saber um pouco das aventuras de viagem desse roteiro incrível - Califórnia, Las Vegas e Nova York.

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