Minha tromba, minha vida

A tromba dos elefantes é primordial. Através de cerca de 100 mil músculos, a tromba leva comida à boca do gigante (até 150 kg por dia só entre ervas, frutas, cana de açúcar e gramíneas) e suga a água para depois despejar no bocão (até 14 litros de uma única vez, chegando a quase 100 litros num dia). Ela serve também como estereótipo social, para “apertos de mãos” e, ainda, auxilia a farejar de tudo, de ameaças à comida (eles conseguem saber se tem alimento ou água a 5 km de distância).

Os elefantes africanos tem algo como dois dedos na ponta da tromba que servem de pinça. Já os asiáticos tem apenas um “dedinho”. A tromba, durante o nado, também é usado como tubo de respiração. Levantada, ela pode ser sinal de aviso ou ameaça. Da mesma forma, a tromba caída pode significar submissão. Os elefantes, ainda, conseguem se defender de modo eficaz batendo com a tromba em intrusos ou agarrando-os e atirando-os ao ar.

 

A tromba do elefante funciona como uma espécie de "periscópio"
A tromba do elefante funciona como uma espécie de “periscópio”
Salus Loch

Salus Loch

Salus Loch é jornalista, advogado, escritor e fotógrafo amador, mas, acima de tudo, é um apaixonado por contar histórias e conhecer o mundo. Cada canto dele, se possível. Neste blog ele vai narrar, através de reportagens e fotos, um pouco de suas andanças – que cortam, no momento, o Sudeste Asiático. Detalhe: assim como você, ele evita gastos desnecessários em viagens. Os mochileiros irão gostar!

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