Saindo da Volunteers House


Começando a parte turística da minha viagem, tive que deixar a Volunteers House e me mudar para um albergue. Como não tinha nada reservado, resolvi ficar na Long Street, uma rua cheia de bares e muito central, e procurar algum lugar com vaga por conta própria. Acabei ficando no Blue Montain, um albergue bem localizado, limpo e não muito caro, perto de bares, internet e pontos de ônibus. Os únicos problemas são o barulho à noite (por causa dos bares próximo) e o quarto sem ventilação em uma cidade onde a temperatura pode ultrapassar os 40º nesta época do ano.

No primeiro dia, visitei com o Rafa, meu namorado, a praia de Muizemberg, onde já tinha ido algumas vezes. Por estar no Pacífico, Muizemberg tem a água menos fria que Camps Bay (a mais rica e famosa) e tem a peculiaridade de ser freqüentada por muitos mulçumanos, o que causa certo estranhamento para brasileiros acostumados com pouca roupa.

Uma estação de trem à frente de Muizemberg, encontramos St. James, um lugar com muitas lojas e uma vila muito bonitinha e charmosa, que lembra as cidades européias pela arquitetura. Como o dia não estava muito para praia, resolvemos dar uma volta pela vila e chegamos ao porto. Ali, é comum terem focas bem perto de você. Mas cuidado: elas podem tentar atacar os turistas que se aproximam para fotos. Sorte minha que elas são lentas em terra.

No dia seguinte, fizemos novamente o tour pelo Cabo da Boa Esperança, mas desta vez usando o Baz Bus. O passeio foi basicamente o mesmo, mas com algumas diferenças que o tornaram bem melhor: Uma pedalada pelo cabo e a descida à pé do mirante até o marco do Cape Point, com uma paisagem maravilhosa acompanhando todo o caminho.

Natália Becattini

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