Seja um voluntário!

Ok, você acompanhou os relatos do trabalho voluntário na Africa do Sul e ficou animado para viver a experiência? Vamos aos Do’s & Don’ts, necessidades e let’s ride the adventure!

A maioria dos voluntários que conheci na Africa do Sul tinham entre 19 e 25 anos. Alguns procuravam vivência na área em que queriam trabalhar, outros praticar o que aprenderam na faculdade e alguns simplesmente ajudar e viver uma experiência diferente. Há também o grupo com mais de 45 anos que procura por uma experiência inédita na vida e colocar em prática algum plano de ajuda a uma instituição.

O mais importante é o estado de espírito, a vontade de ser parte do projeto.  É necessário um nível intermediário de inglês, e acima de tudo, estar aberto para o que aparecer, sem preconceitos. Você vai enfiar a mão no cocô do elefante, da criança, no sangue de peixe. Todo projeto tem regras, tarefas e restrições. Vai ficar em acomodações simples, porque são perto da instituição, e vai fazer tarefas corriqueiras, nem sempre são as que você quer. Sua missão ali é ajudar.

Liezl, da Good Hope Studies, parceira da CI na Africa do Sul, explica que projetos que envolvem crianças e jovens tem tantas necessidades que não tem tempo para nortear os voluntários. “Eles administram casas, mães e crianças, então os voluntários estão lá para ajudar com as tarefas. Mas o conceito do voluntariado não é de “tarefas a cumprir”, nós esperamos que eles tenham iniciativa, sejam pro-ativos e venham com idéias. Sim, você vai ajudar a limpar a casa, ajudar com as crianças, limpando-as, brincando ou fazendo a lição de casa com elas. Mas acima de tudo esperamos é que os voluntários se envolvam no projeto, percebendo as necessidades e onde realmente podem fazer a diferença”

Para que a sua experiência como voluntário seja a melhor possível, é importante que você fale todas as suas necessidades, anseios e vontades para quem está fechando a viagem para você. Se você quer viver uma experiência específica na Africa do Sul, seja “conviver com leões” ou “brincar com crianças”, diga isso para que encontraram o projeto certo. Se você tem vontade de trabalhar em Cape Town mas quer viver também a vida de intercambista e ficar numa das casas de estudantes, diga isso e eles o colocarão numa casa onde você dividirá espaço com outras pessoas do mundo, mas os custos de transporte serão seus. Se você encarar dirigir na mão inglesa, melhor, já que trem e ônibus lá não são considerados “confiáveis”.

A agência é maior parceira do voluntário, assim se ele tem algum problema é ela quem vai resolver e fazer as mudanças necessárias. Alguns voluntários se surpreendem e ficam ansiosos com a alta carga de responsabilidade e levam um tempo para se ajustar com o que tem que fazer “uma voluntária alemã assustou-se quando percebeu que iria ficar com várias crianças sozinha enquanto a mãe da casa fazia outras tarefas. Meu conselho foi faça o que faria naturalmente, e se for demais para você, fale com o coordenador do projeto. Depois de três meses no projeto ela não quer ir embora. O voluntariado é também isso, vir como uma pessoa insegura, sem saber o que fazer e sair com a sensação de que alcançou algo, que fez e que teve um ganho pessoal incrível” completa Liezl.

Texto por Renata Simões
Saiba mais sobre o programa de Trabalho Voluntário na África.
Acompanhe aqui todos os posts da Renata na África.

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