Trabalho Voluntário


Na segunda, o trabalho voluntário no hospital infantil Sarah Fox finalmente começou. No primeiro dia, tive que escolher se preferia ficar com os mais velhos ou com os mais novinhos, com menos de um ano. Escolhi os crescidinhos, pois assim poderia inventar jogos e atividades legais. Minha função é basicamente brincar e fazer companhia para as crianças, que costumam se sentir muito sozinhas naquele ambiente. Muitas delas nem estão mais doentes, mas por motivos que não são ditos ali, não podem ou não têm para onde voltar.

E você percebe como elas precisam de alguém por perto, cinco minutos depois de se apresentar, eles te beijam e te chamam de “teacher”, e, no segundo dia de trabalho, te recebem com um grande sorriso. E, mesmo sem falar a mesma língua (a maior parte delas falam apenas linguas africanas e entendem muito pouco o inglês), o voluntariado passa a fazer todo o sentido.

Natália Becattini

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