WHISTLER: enfim, a neve!


No nosso primeiro sábado da viagem fomos conhecer Whistler, uma pequena cidade a 133 km de Vancouver, que também foi sede das Olimpíadas de Inverno 2010, recebendo as provas de snowboard, bobsled, ski, saltos com ski, entre outras.

Pela primeira vez, desde que chegamos, enfrentamos um tempo chuvoso e frio. Desde a hora em que saímos de casa para encontrar a turma da escola a chuva foi nossa companheira, e assim permaneceu até chegarmos a Whistler, mais ou menos uma hora e meia após a saída em frente à ILSC.

Antes de chegarmos em Whistler, fizemos uma parada de 30 minutos em Brandywine Falls, uma cachoeira encantadora. Essa parada foi apenas um aperitivo, já que quando chegamos ao nosso destino fomos surpreendidos por outras paisagens tão bonitas quanto.

Como, até então, nunca tínhamos experimentado o contato com a neve, não tivemos dúvidas em pagar um pouco mais para subir (numa espécie de bondinho que eles chamam de gôndola) até o topo da montanha Peak 2 Peak. Ir à Whistler e não subir às montanhas é o mesmo que ir ao Rio de Janeiro e não conhecer o Cristo Redentor, ou ir ao Egito e não ver as Pirâmides. Então, desde já, fica não o conselho, mas a “ordem”: se for à Whistler, pegue a gôndola e suba as montanhas!

Em cima delas, pudemos, enfim, brincar com a neve, tirar muitas fotos e nos render ao impulso quase infantil de moldar um boneco de neve, que, com a ajuda dos colegas, foi possível. Não precisa dizer quão frio estava, mas, só para ser “do contra”, eu estava usando camiseta, casaco e… bermuda! Era frio, mas não dava para matar (só Giu, que quase congelava!).

Após mais ou menos uma hora e meia no pico da montanha, tomamos um chocolate quente na cafeteria que há no topo e retornamos à Whistler Village, uma vila linda, cheia de lanchonetes, restaurantes e lojas que, inclusive, estavam em liquidação, pois havia muito movimento na cidade devido a um campeonato de mountain bike.

Encerrando o passeio, Kari, nossa guia californiana, levou-nos ao Parque Nacional de Shannon Falls, onde descobrimos outra magnífica cachoeira dentro da floresta. Após 12 horas de tour, entre o sol e a neve, regressamos para Vancouver, tendo a certeza absoluta de que tudo valeu a pena.

PS.: Dizer que é organizado é pleonasmo. Mas por onde passamos resta claro que todos os parques e belezas naturais são muito bem aproveitados para fazer dinheiro, tendo todos eles uma pequena loja de souvenir, banheiros e uma cafeteria, para o conforto dos visitantes.

Por Carlos Junior.

Galeria de fotos:

Giuliana Batista Rodrigues de Queiroz e Carlos Roberto de Queiroz Junior

Giuliana Batista Rodrigues de Queiroz e Carlos Roberto de Queiroz Junior

O casal de João Pessoa-PB embarcaram juntos para Vancouver em busca de experiências memoráveis e aprimoramento do inglês.

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